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Festa Junina ou Julina???participar ou não?? #Leia

Pode ser uma imagem de 3 pessoas e pessoas sorrindo
Em plena pandemia vejo muitos lendo esta troca de idéia sobre esta data, que com certeza será diferente com todos os cuidados, porém reduzido mas acontecerá o aniversário da minha mãe Joana que nasceu no dia….e não será para idolatrar mas para para AGRADECER mais um ano de vida desta guerreira… Vale à pena ler e tirar as dúvidas…Mas não perca tempo VIVA A VIDA… 16/06/2021 #ProntoFalei

Achei interessante posicionamento deste BATE-PAPO, da REDE SUPER, Cássio Miranda trocando idéias com os pastores José Horta e Rodrigo Bacelar.Lembrando que minha infancia participei de muito Niver da Minha Mãe(Dona Joana) que nasceu 24 junho, imagina pq o nome dela é Joana???Confira aíiii atualizado 15/6/19

Confira posts Antonio Junior e Leandro Quadros.quantos se perguntam quando na escola do filho tem a tal Quadrilha para ele dançar???  …. minha mãe nasceu no dia de São João e o nome dela é JOANA  e se tem momentos da minha infância que lembro com saudade eram este dia onde  além da fogueira,forró,comida,com bolos,canjicas…batata doce assada na fogueira a reunião de todos os primos,tios,amigos da escola quanta alegria…. e agora em nossos dias Minha esposa faz um CRENTÃO delicioso(sem uso de pinga) e viva JESUS e #boracomer e aproveitar este momento com a família sendo LUZ sempre e não esqueça Glutonaria é pecado rs” #ProntoFalei

Resultado de imagem para Crente pode pular a fogueira??
Crente??? Pode ou não Pode ???

“Olá, sou evangélico e sempre quando chega a época de festa junina, fico na dúvida se posso participar ou não. A minha igreja está promovendo uma festa junina gospel. O que você acha disso? Por favor, fale mais sobre esta festa.” 

R: A festa junina é tradicionalmente realizada para comemorar o nascimento de João Batista, que nasceu seis meses antes de Jesus. Durante a realização da festa junina, são usados diversos elementos simbólicos, como os fogos de artifício, bandeiras de santos, fogueira, quadrilha, comidas típicas, etc., cada um com o seu significado.

No entanto, muitas pessoas enxergam que a festa junina no Brasil, ganhou um status que vai muito além de uma festa religiosa. Ela é realizada em muitos locais, como qualquer outra festa, sem nenhum motivo religioso. As pessoas se aproveitam do clima com temperaturas mais baixas e das atividades para criar uma oportunidade de diversão.

Exemplos muito claros disso são as festas juninas em escolas, ruas, clubes, associações de moradores, estabelecimentos comerciais e outras instituições que não tem nada a ver com qualquer religião. Para elas, a festa tem apenas um fator social ou econômico. No entanto, fica a pergunta: “evangélico pode participar de festa junina?” Geralmente há três respostas que as pessoas costumam dar:

1) Sim. O evangélico pode participar de festa junina

Existem aqueles que dizem que o evangélico pode participar de festa junina por se tratar de uma celebração cristã. Nesse caso, eles defendem que a festa está ligada a personagens bíblicos, como João Batista, Paulo e Pedro. Isso já faz com que seja um evento cristão. Essa posição é defendida principalmente pela Igreja Católica.

2) Não. O evangélico não pode participar de festa junina

Outras pessoas entendem que a forma com que o Catolicismo ensina sobre os santos não está de acordo com a Bíblia. A Palavra de Deus não menciona nenhuma festa ligada aos profetas ou apóstolos, nem a um ser humano canonizado pela igreja. Nessa visão, não existem santos mediadores, que intercedem por nós, pois, de acordo com a Bíblia, “há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus” (1 Timóteo 2:5). Essa é a posição defendida pela maioria dos evangélicos.

3) Depende. O evangélico pode participar, desde que seja festa junina gospel

Esse grupo de pessoas não concorda de modo nenhum com a festa junina católica e suas tradições religiosas. No entanto, eles são a favor de que festas caipiras evangélicas sejam realizadas. Essa posição é defendida por alguns evangélicos.

ANÁLISE

Antes de qualquer coisa, gostaria que você lesse estas palavras do apóstolo Paulo à igreja de Corintos:

Por isso, meus amados irmãos, fujam da idolatria. Estou falando a pessoas sensatas; julguem vocês mesmos o que estou dizendo. Não é verdade que o cálice da bênção que abençoamos é uma participação no sangue de Cristo, e que o pão que partimos é uma participação no corpo de Cristo? Por haver um único pão, nós, que somos muitos, somos um só corpo, pois todos participamos de um único pão. Considerem o povo de Israel: os que comem dos sacrifícios não participam do altar? Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa? Não! Quero dizer que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Porventura provocaremos o ciúme do Senhor? Somos mais fortes do que ele?” (1 Coríntios 10:14-22).

Um dos pontos que devemos destacar neste texto é que Paulo fala sobre a participação dos cristãos em refeições feitas no contexto de rituais pagãos. Ele afirma que o cristão não deve fazer parte das coisas relacionadas à idolatria, pois essa relação corresponde a uma “associação” com demônios. Para Paulo, o problema era que os cristãos, ao consumirem alimentos oferecidos aos ídolos, ignoravam sua comunhão com Deus na Santa Ceia, ou seja, se afastavam da aliança e, consequentemente, provocavam ciúmes no Senhor.

E como isso pode ser relacionado à questão da festa junina? A adoração aos santos é contrária aos mandamentos de Deus! Veja:

“Não terás outros deuses além de mim. Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e guardam os meus mandamentos” (Êxodo 20:3-6).

A festa junina está diretamente ligada à veneração aos santos da igreja católica e, por isso, são idólatras. O cristão deve seguir a Palavra de Deus acima de qualquer tradição religiosa, e ao saber que o Senhor não aprova a idolatria, ele não deve participar dessas celebrações.

Antigamente, eu acreditava que não tinha nenhum problema em uma criança evangélica participar das festinhas juninas da escola. No entanto, hoje penso que o melhor a ser feito é explicar as razões pelas quais não convém ela participar da festa. E o que podemos dizer do “caipira” que existe em cada um de nós e que nos faz querer acender uma fogueira, assar mandioca, batata-doce, comer bolo de fubá e outras delícias típicas da roça? Que problema há em realizar uma noite caipira, com músicas gospel e, quem sabe, até brincar de quadrilha? Por que não se pode criar uma festa com barracas típicas com a intenção de unir a igreja e atrair visitantes?

Eu entendo e respeito que muitos irmãos em Cristo não vêem problemas em realizar essas festas, contudo, acho que deve haver um bom senso e uma motivação maior do que apenas se divertir. Não podemos esquecer que fomos chamados por Deus para transformar o mundo e não imitá-lo (1 João 2:15-17). Existe também a questão da associação – é muito provável que, ao participar de uma festa junina gospel, as pessoas associem esse evento ao tradicional, de origem e significado idólatras. Então, realizar essa festa pode deixar alguns cristãos desconfortados, além de fazer com que os visitantes interessados na fé, exijam explicações da noite caipira gospel.

Por isso, creio que o mais adequado para nós, evangélicos, é considerar a festa junina como uma das coisas que Paulo chama de “lícitas, mas que não convém e não edifica” (1 Coríntios 10:23). Devemos pensar, antes de tudo, nos interesses do corpo de Cristo, e não em nossos próprios interesses.

Quero deixar claro que não sou contra comer bolo de fubá ou pé-de-moleque. Aliás, gosto muito dessas comidas. Nós podemos sim desfrutar de tudo isso, dentro de casa ou fora do contexto da festa junina. Não porque seja pecado, mas porque pode escandalizar e haver associações que denigram a Palavra de Deus. Agora, se você for convidado por parentes a ir em uma festa junina e achar que será um bom motivo para demonstrar seu testemunho cristão, ore e o Espírito Santo te guiará na melhor decisão!

#Fonte www.pastorantoniojunior.com.br

Prepare uma festa junina na sua casa
Deu água na boca, mas e aí tire suas dúvidas

É pecado comer algo vendido em festas juninas?

O que a Bíblia tem a dizer sobre o uso de alimentos vendidos em festas juninas? Algumas pessoas têm me perguntado se comer algo vendido em um lugar festivo não seria “tomar parte na idolatria”, já que tal alimento é disponibilizado em um contexto idólatra. Vamos analisar o princípio bíblico de 1 Coríntios 8. Muitos que vão para o lado do extremismo deveriam ler com atenção este capítulo. Por isso, iremos analisá-lo em três partes:

Parte 1: “No que se refere às coisas sacrificadas a ídolos, reconhecemos que todos somos senhores do saber. O saber ensoberbece, mas o amor edifica. Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele. No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus. Porque, ainda que há também alguns que se chamem deuses, quer no céu ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores,  todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele.” (1Co 8:1-6)

Ao tratar dos alimentos sacrificados aos ídolos em templos pagãos, Paulo afirma no verso 4 que, o ídolo “de si mesmo, nada é” e que “há senão um só Deus”. Portanto, achar que o alimento oferecido a um ídolo irá “contaminar espiritualmente” uma pessoa é falta de fé no único Ser (Deus) que pode permitir que algo nos aconteça. Se os ídolos não são reais, não há motivos para se preocupar com eles.

Parte 2: “Entretanto, não há esse conhecimento em todos; porque alguns, por efeito da familiaridade até agora com o ídolo, ainda comem dessas coisas como a ele sacrificadas; e a consciência destes, por ser fraca, vem a contaminar-se.  Não é a comida que nos recomendará a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos.” (1Co 8:7-8)

Mesmo que o comer um alimento oferecido a ídolo não influencie a vida espiritual, Paulo afirma que “não há esse conhecimento em todos”. Alguns, por terem tido familiaridade com a idolatria, ainda se sentem contaminados se comerem uma comida aparentemente “idólatra”. O apóstolo afirma que tais pessoas têm a consciência fraca e conclui: não é comida que nos recomendará a Deus. Por isso, nada iremos perder se não comermos e nada ganharemos se comermos. Portanto, o cristão é livre em Cristo para decidir.

Parte 3: “Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos. Porque, se alguém te vir a ti, que és dotado de saber, à mesa, em templo de ídolo, não será a consciência do que é fraco induzida a participar de comidas sacrificadas a ídolos?  E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu.  E deste modo, pecando contra os irmãos, golpeando-lhes a consciência fraca, é contra Cristo que pecais.  E, por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.” (1Co 8:9-13)

Nesse ponto a Bíblia equilibra o assunto e agrada a “gregos e troianos”. Apesar de o cristão ser livre para comer ou não um alimento dedicado a um ídolo, não deve usar de sua liberdade para ferir a consciência dos “fracos”. Paulo também afirma que pecar contra a consciência dos irmãos é pecar contra Cristo.

Desse modo, se o comer um alimento vendido em uma festa junina irá escandalizar um “fraco”, o melhor é não comer.

Podemos ver que, na perspectiva bíblica, nada há de mal em comer, por exemplo, uma pipoca que foi vendida em uma festa junina (se você não fizer parte de uma festa onde há bebidas alcoólicas – ler Sl 1:1-2). Porém, se isso fizer com que um irmão se escandalize, é melhor fazer a pipoca em casa.

Levemos em conta que nas festas juninas não se costuma oferecer os produtos alimentícios aos “santos”. Todavia, siga a sua consciência, como orienta 1 Coríntios 8:1-13.

Em qual dos dois grupos de 1 Coríntios 8 você se enquadra? Nos dos fortes ou fracos na fé? Isso é o que menos importa. O mais importante é que sua opinião seja respeitada – e que você respeite a opinião dos outros.

Um abraço,

Leandro Quadros.

www.namiradaverdade.com.br

Assista https://www.facebook.com/leandroquadrosnt/videos/1757988954217805/?hc_ref=NEWSFEED

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