Arquivo da categoria: Hip Hop de Verdade

Novo Clip – Ao Cubo (Coração a Mil) gravado na nossa Kebrada Jd.Ipanema-Jaraguá

Feijão, DJ FJay, Cléber e Dona Kelly, produção Karen Bessi,Ao Cubo mais uma idéia musical de alerta para nossa juventude na Kebrada
#AumentaoSom #ideiaForte
#Indico

CORAÇÃO A MIL | AO CUBO: https://smb.lnk.to/CoracaoAMil INSCREVA-SE NO CANAL: https://smb.lnk.to/AoCuboYouTube _ CONTATO: +55 11 94743-5848 _
LETRA (Cleber Ao Cubo)
Pai nosso posso com licença, endosso essa conversa respeito a sua presença peço que me ouça nessa Esse moço que tem pressa diz que tá osso a inércia tipo fundo do poço a saída onde começa? Quebrei a cara com a promessa de viver seguro, dinheiro fácil e portando as peça de aço escuro Pra relaxar dois maço de cigarro e maconha, um furo na educação um laço uma vergonha Pra minha família, minha mãe que me educou na igreja crente que eu não tivesse um coração cheio de dureza E com certeza minha fraqueza que partiu pra cima uma fortaleza depois de dois pinos de cocaína Indo pra cima pra baixo ouvindo uns hino achando que dessa forma Deus tava me conduzindo Me sinto num vale preciso ajuda não vejo saída Deus ajude seu filho me encontro perdido sem alternativa Cansei de tanto chorar Quanta aflição Coração a Mil Lembrei de uma visão, numa oração eu num funil Cansei de tanto chorar Quanta aflição Coração a Mil Decidi voltar na contramão minha conversão sair desse frio Não consigo orar metodicamente e pá Minha mente tá que tá a ponto de estourar E consequentemente me sinto inconsequente jogado num vale sem gente meu Instagram que mente Cresci na igreja envolvido fechadão nos culto Menino novo bruto achava que dava fruto nem lembro como e porque me desviei do foco, luto dia após dia surto me diz como eu volto Juro que solto no que me prende nesse mundo louco, quero largar de vez o que me traz esse sufoco, preencher esse oco que grita em minha alma e viver de pouco em pouco que aprendi que cura o trauma Cheguei no fim de jogo me acalma, diz que me aceita de volta pro seu reinado me colhe pra sua colheita Me chame de filho amado volto de vez, ser povo da raça eleita viver salmo 23. Cansei de tanto chorar Quanta aflição Coração a Mil Lembrei de uma visão numa Oração eu num funil Cansei de tanto chorar Quanta aflição Coração a Mil Decidi voltar na contramão minha conversão sair desse frio _

FICHA TÉCNICA Direção: Léo Marques Prod. Musical: Dj Fjay Produção: Aperteoplay Music Arranjos: Bruno Santos Mix e Master: Othavio Toledo Prod. Artística: Karen Bessi Dir. de Fotografia: Léo Marques Fotógrafo: Dener Dias Edição e Cor: Léo Marques _
REDES SOCIAIS: https://www.facebook.com/aocubooficial https://www.instagram.com/aocuboofici...


https://smb.lnk.to/CoracaoAMil INSCREVA-SE NO CANAL: https://smb.lnk.to/AoCuboYouTube _ CONTATO: +55 11 94743-5848 _


Música neste vídeo
Saiba mais
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Música
Coração a Mil
Artista
Ao Cubo
Licenciado para o YouTube por
SME (em nome de Sony Music Entertainment)

Disponível em

Spotify
YouTube Music
Deezer

AO CUBO novo Clip….Produção Gringa…Confira

AO CUBO, sempre representando a kebrada…AUMENTA O SOM E VIAJE NA LETRA….

click……aumenta o SOM

Music video by Ao Cubo performing Kaboom. (C) 2022 Sony Music Entertainment Brasil ltda. sob licença exclusiva de Ao Cubo. http://vevo.ly/cw42U2

Mais um clip com qualidade gringa, mais uma vez AO CUBO representando com Excelencia no trampo que representa a Kebrada em Nivel Máximo…..

#Indico se puder compartilhe @siteoprodutor #prontofalei

Reduto do Rap 11 ANOS Inauguração Zona Norte SP

É imensurável o tamanho da nossa alegria ao fazermos esta postagem para comunicar a todos que o #RedutoDoRap terá sua sede! desde 2011 levando cultura para comunidade.

É imensurável o tamanho da nossa alegria ao fazermos esta postagem para comunicar a todos que

Em 2014 quando lançamos nosso documentário “Reduto do Rap – Mixando Gerações”, uma das falas do @mamuti011 e do @chock27, manos que ajudaram a fundar o projeto em fevereiro de 2011 no bar do @netotrindadeoficial e foram fundamentais para a trajetória, assim como @djclevinho – primeiro DJ a tocar no reduto e primeiro DJ residente co projeto-, era de que seria muito legal se um dia existisse o Reduto do Rap de fato. O Espaço físico Reduto do Rap. A casa do Hip Hop Reduto do Rap.

Dizem que o sonho que se sonha só é apenas um sonho, mas quando começamos a sonhar juntos se torna realidade. Foram anos de itinerância pelos espaços da #ZonaNoroeste de SP resistindo para continuar existindo.

Após acompanharmos de perto as conquistas do @sambadocongo e @abasezn_ adquirindo seus espaços e realizando diversas atividades lindas com o objetivo de disseminar informar, emponderar a comunidade e fortalecer a arte, chegamos a conclusão que estávamos maduros o suficiente para pelo menos tentar levantar nosso espaço. E hoje fomos agraciados com a notícia de que o projeto “Espaço Cultural Reduto do Rap – 10 Anos de Resistência” está entre os pré selecionados para o edital Lei de Fomento a Cultura da Periferia.

Marquem na Agenda Inauguração 03 de abril 2022 …

Rua Sete Barras 166 – paralela Av Edgar Facó, bem atrás do Extra da Edgar Facó.
Espaço Cultural Reduto do Rap.

#indico

Imperdível

🔈🔉🔊 CHEGOU O GRANDE MOMENTO 🔊🔉🔈

💥💥💥 INAUGURAÇÃO DO ESPAÇO CULTURAL REDUTO DO RAP E COMEMORAÇÃO DE 11 ANOS DE EXISTÊNCIA, PERSISTÊNCIA E RESISTÊNCIA! 💥💥💥

CONVIDADOS:
– @sambadocongo
– @sambadobalaiodocanjico
– @sarauelodacorrente2007
– @saraudabrasa
– @idm.oficial
– @manoaxe
– @pixoteimperiooficial
– @djclevinho
– @dj_dagoma_011
#RodaDiRap
Tradicional sessão de Mic Aberto
🎶🎤EU CANTO, EU BERRO🎤🎶

ENTRADA FRANCA!!!

LOCAL: ESPAÇO CULTURAL REDUTO DO RAP – RUA SETE BARRAS, 166 – FREGUESIA DO Ó
HORÁRIO: DAS 15:00 ÀS 22:00
QUANDO: DIA 03/04/2022

🚫PROIBIDO A ENTRADA COM COMIDA E BEBIDAS🚫

APOIO: @dt11producoes , @avalanchesfoodhouse , @_casadapraca , @hypnose_clothing.7


#HIPHOP #EspaçoCulturalRedutodoRap #sambadocongo #sambadobalaiodocanjico #saraudabrasa #sarauelodacorrente #rodadirap #imperiozo #identidadeemmovimento #redutodorap #rapanos90 #rap90 #essencia #cultura #culturaderua #mc #dj #graffiti #breaking #4elementos #eucantoeuberro 

Assista https://www.instagram.com/p/CbxNRK8DYMz/

Guina Ex Racionais Mc’s,existiu??? revelação OFICIAL Mano Brown,Ice Blue,KlJay ATUALIZADO 10/03/2022-Confira HISTÓRIA OFICIAL.

Resultado de imagem para pronto falei

10/3/2022 Oficialmente o Brown fala sobre o personagem Guina,  e incentivo assistirem depois o podcast de quase 3 horas Podpah  neste momento já é considerado como um das maiores audiencia.

Recomento pois,com muita idéia de como era a Kebrada nos anos 80,90 e principalmente entre outras histórias de costumes,festas,e principalmente ensinamento para esta nova geração que acha que o Rap começou hoje…..

em plena pandemia,um lider jovem me liga querendo levar Guina para testemunho em casa de recuperação…..aí me ví na obrigação de atualizar esta matéria…. que originou  em final de fevereiro 2018 quando recebí este vídeo sobre o Falecimento do Guina, sempre alerta pois as redes sociais tudo pode acontecer…porém confira video Pr.João… Assista no final Entrevista com Ice Blue no final…que conta tudo e agora Mano Brown confirma a HISTÓRIA  que na época quando alertava vários Pastores eles ignoravam e realizavam os eventos……Olha o livramento que tiveram….e tiro o chapéu para o Racionais Mc s que entenderam que cada um procura o seu próprio final….papo de kebrada sabe que mentira tem perna curta,mas olha que  esta andou muito mas  DEUS o tenha……

Assista aí Mano Brown no Podcast Pod Pah(08/3/2022)  , que pela primeira vez oficial  confirmou as paradas… depois assista  completo https://www.youtube.com/watch?v=aahyLNH4PrE

MANO BROWN&Ice Blue – Podpah #351

https://www.youtube.com/watch?v=7kBF-PggrCg

Confere aíii   Kljay https://www.youtube.com/watch?v=L7H7A1KkoCo

ASSISTA #ProntoFalei https://www.youtube.com/watch?v=BJZfWNiqi14

Assistam última entrevista Dexter gravado em 03/2021

Créditos Lacortes [OFICIAL]

Veja o vídeo no qual Mano Brown (integrante e líder dos Racionais mcs) Fala sobre Guina o falso profeta https://www.youtube.com/watch?v=TZ6xR8ugw_g

 ICE BLUE FALA SOBRE A TRETA COM GUINA ÚLTIMA ENTRVISTA a real –  ASSISTA   https://www.youtube.com/watch?v=Lz-iCiYrpWg

Confira o depoimento de Sidney Lourenço de Araújo,o Guina, conhecido no mundo do crime como uns dos traficantes mais temidos pelos homicídios mais bárbaros já praticados. No mundo musical, Guina tornou-se um dos maiores compositores de Rap, e expressava em suas letras as amarguras da vida criminal. Tão cedo, ele já conheceu os dois lados da vida: o sucesso, dinheiro e fama como integrante do conjunto de Rap “Racionais MCS´s”.

Cercado por traficantes rivais junto a um rio que corta uma favela ele havia sido torturado quando o líder da gangue deu a sentença de que seria executado e o corpo seria jogado no rio.

“Ali eu lembrei minha vida, os crimes que pratiquei desde os oito anos de idade”

Com a boa vida que o dinheiro proporcionou fazendo com que ele se afundasse no mundo do crime e das drogas, foi condenado a 270 anos no presídio do Carandiru. Com momentos dramáticos vividos no massacre dos 111 mortos , Guina fugiu.

Mais tarde, revelando através de relatos sua verdadeira transformação a partir de agosto de 1996, depois de receber 32 tiros disparados por traficantes em São Mateus na zona leste de São Paulo, Guina saiu da mesa de autopsia para a vida .

Guina, quem é? Foi do racionais ? Testemunha na igreja…, testemunho guina,Farsa guina, mano brown evangelico ?, mano quina 2015,guina do racionais morreu, pastor marco feliciano x guina, saiba tudo sobre ele agora.

Ele fez uma prova com Deus, logo que ouviu de uma senhora evangélica que o perseguia com uma Bíblia e por muitas vezes via-o se drogando nas praças. Na época irritado, ele até chegou a apontar a arma na cabeça para tentar matá-la.

“Eu disse a Jesus: se o Senhor existe mesmo e se importa comigo, me livre da morte e eu vou viver somente para anunciar a sua salvação”.

Sessenta e oito dias se passaram e Guina foi a óbito, segundo o relatório médico e encaminhado para o IML. Já haviam cortado e costurado seu corpo e, mesmo assim, ele acordou naquela mesa para a vida.

Hoje, aos 41 anos Sidney trabalha como autônomo de vendas e possui ainda um forte registro de sua vida passada: ele tem em seu corpo 13 projéteis que restaram dos 32 tiros que levou naquela terrível madrugada. “O homem colhe aquilo que semeia”, afirma.

Durante dois anos e seis meses de tratamentos a que teve que submeter-se, um período em que realizou 19 cirurgias plásticas, foi quando se aprofundou no conhecimento da Bíblia.

O Guina tem uma ótima história de vida e serve de exemplo para essa juventude. Ele conseguiu superar seu passado e hoje eu até me arrepio sempre que ouço seus testemunhos na igreja“, conclui a amiga Socorro de Oliveira, freqüentadora da igreja em que Guina testemunha.

“Eu que sempre tivera felicidade de compor raps que falavam sobre o mundo do crime, como o “Diário de um Detento” que vendeu 150 mil cópias, mas agora passei a compôr para Jesus, levando o evangelho aos drogados, aos presos, aos que estão na marginalidade”.
Ana de Araújo, esposa há três anos de Guina, afirma que tudo se transformou depois que ele entrou para o caminho de Deus.

Em 2002 ele teve a oportunidade de tirar novos documentos e em outubro votou pela primeira vez. Hoje sua vida é só felicidade e podem criar seu filho de dois anos agora longe da marginalidade,dando somente bons exemplos.

Na sua ficha não há nada. Nenhum passado, nenhuma acusação. Sidney ainda é conhecido como o Guina dos Racionais MC´S continua dando autógrafos para todos na rua e diz que é uma oportunidade que ele tem para testemunhar sua história de vida.

O Guina já foi integrante do grupo Racionais mc´s ?

Mano Brown desmentindo a historia do guina.

Confira neste vídeo filmado na favela da Chatuba na Penha – RJ, num show realizado lá, Mano Brown fala sobre o falso Guinahttps://www.youtube.com/watch?v=TZ6xR8ugw_g
https://www.youtube-nocookie.com/embed/TZ6xR8ugw_g?rel=0

Mais um vídeo em que Mano Brown fala sobre Guina o ex-racionais que nunca existiu

Assista https://www.youtube.com/watch?v=3WJnFmNTaak

Vídeo do testemunho de Guina!

Guina na maior cara de pau, mentindo e os irmãos da igreja acreditando nas idéias furadas dele. Assista https://www.youtube.com/watch?v=D5RmwhUbApQ

https://www.youtube-nocookie.com/embed/D5RmwhUbApQ?rel=0

 Depois de ter divulgado este testemunho nas periferias da cidade de São Luis pelo fato de ter sido impactado pelo testemunho, percebi que em outros testemunhos ele se contradizia e achei estranho aí foi só procurar e achar e entrando em contato com a produção de algumas pessoas públicas e muito conhecidas no brasil inteiro, a verdade apareceu e descobri que pastores citados no testemunho como: marco Feliciano,  back vocal do Oficina G3, Mano Brown tudo inventado não sei porque motivo mas, Deus não opera na mentira.

Oficina G3 desmente envolvimento citado em depoimento de Guina

Oficina G3 desmente Guina

Para quem quiser comprovar aqui está www.supergospel.com.br/oficina-g3-desmente-guina

Guina diz que  é amigo de um tal de pastor Marcos Feliciano

Segundo ele, eles se conhecem, pregavam juntos, e viajavam juntos.

O Site oficial do tal Pr. Feliciano desmente

Nota de esclarecimento no site

O Ministério É Hora de Semear Fogo informa que são inverídicas algumas informações a respeito da suposta relação entre o pastor Marco Feliciano e Sidney Lourenço de Araújo, conhecido por “Guina”. O mesmo não faz parte deste Ministério, jamais viajou com o pastor Marco para pregar a Palavra, e tampouco ambos estudaram teologia juntos, como Sidney tem sido anunciado.
O Ministério toma a iniciativa de informar os irmãos devido ao grande número de e-mails e telefonemas que tem recebido solicitando informações a respeito de Sidney Lourenço de Araújo. O pastor Marco Feliciano não o conhece pessoalmente ou mesmo conversou por telefone ou outra forma de comunicação.

O Ministério esclarece, porém, que nada tem contra tal pessoa, apenas não aprova o que se tem dito sobre uma relação ministerial e pessoal inexistente entre o pastor Marco e Sidney.

Cremos, certamente, que o ministério de Sidney será abençoado pelo Senhor, desde que esteja calcado na verdade e nas Sagradas Escrituras. Toda a equipe do Ministério ora por ele e sua família, rogando ao Senhor para seja cada vez mais abençoado.

Cláudio Roberto de Oliveira (Gerência do Ministério)
André Oliveira(Assessoria Ministerial)
fonte: www.marcofeliciano.com.br

Contradições de Guina Assista video

 https://www.youtube.com/watch?v=lrqY9xSsnbI

  • Guina no programa do jo ? Diz ele que foi no programa do Jô Soares, 4: 53, quando? Cadê o vídeo, se alguém achar ganha 50 mil reais.
  • Diz que não tem fígado, como que uma pessoa vive sem o fígado ?
  • Fala uma hora que foi do Comando Vermelho, outra do Terceiro Comando, daqui a pouco vai falar que tá envolvido com o Cachoeira e as falcatruas do políticos.
  • Diz que já matou 141 pessoas e arrancava a cabeça, falou Scorpion do mortal kombat.
  • Fala que tem estômago de plástico
  • Em todo testemunho o filho dele faz um ano, lol.
  • É casado com uma tecladista do oficina g3
  • É casado back vocal do oficina g3, casado com duas então ? kkk

O cara tá pregando que é um ex racionais e que mudou de vida, tá ele esta onde ? Na igreja.

O pessoal que diz que é mentira…
eu tb axo ki eh mentira mas se ele está mentindo para ajudar ao próximo eu axo ki isso é válido talvez ele tenha ajudado alguem comisso!

Dvd Guina-ex-racionais Mc`s -testemunho – Gospel

Isto mesmo agora tem até dvd em lojas gospel e na internet com o testemunho do Guina, alguém ou ele está lucrando em cima do que muitos consideram umas da maiores mentiras já contadas nos últimos tempos, bem estiloso o Dvd e o Guina posando como astro ficou legal, aff, como quem financia esta mentira consegue dormir sabendo que está se apropriando de dinheiro de gente de fé de verdade?

08 de Abril de 2021 Ice Blue  conta a real  https://www.youtube.com/watch?v=Lz-iCiYrpWg

#ProntoFalei Minha indignação é ver ainda pessoas sendo enganadas….aí gostaria de deixar #Meditando

“Não darás falso testemunho contra o teu próximo.” Êxodo 20:16

“Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador.” Colossenses 3:9-10

Sidney Lourenço de Araújo, como irmão e temeroso à palavra do SENHOR,peço humildemente…#Medite e conserte….pois está escrito  sobre este tempo”Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.”Mateus 24:24se pergunte e se acerte deste engano.Que Assim Seje #ProntoFalei @siteoprodutor 

Assista videos:

  Parte 1                             https://www.youtube.com/watch?v=8By3frSFhUc

   Parte 2                           https://www.youtube.com/watch?v=O36etllBEZw                             

   Parte 3                          https://www.youtube.com/watch?v=aEdXCZVyyrU

                              https://www.youtube.com/watch?v=J221VpFD-oU fala como autor da música 8ºanjo do Dexter

http://www.portalpower.com.br/gospel/mano-brown-fala-sobre-o-caso-guina/

Morte de Guina???

E lhes propôs: “Quem, porventura, traz uma candeia para colocá-la sob uma vasilha ou debaixo de uma cama? Ao invés, não a traz para ser depositada no candelabro? 22Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia. 23Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça!” Marcos 4:21/23

Fonte: Creditos

Ted Mc ,Victor Queiroz,PortalPower, Parceiro 157

Dexter rapper para o Samba”Lá De Onde eu Venho” Clip Oficial -Confere aíi

Lá de onde eu venho - Single by Dexter | Spotify
Como supresa boa, vejo a evolução positiva no Hip Hop, Dexter levando a bandeira para Avançar com idéias, é o primeiro samba lançado na carreira do Dexter. O gênero musical, embora não convencional na carreira do rapper, marcou o início da sua relação com a música que começou aos 17 anos, no grupo Pura Amizade que formou ao lado de seu primo Romildo. O single é de composição do próprio Dexter em parceria do cantor e compositor Billy SP e do produtor e compositor Peu Cavalcante. A música conta um pouco sobre a realidade de vida emocionante onde o artista foi criado e o vídeo traz personagens icônicos cuidadosamente modelados em 3D pela Butterfly COLETIVO sob a direção e criação de Ricardo Souza. Um lançamento inédito na carreira do artista, que embora num gênero inexplorado, mantém a conexão de sempre com os fãs do rap e que, ainda, permite mostrar a versatilidade e alcance desse respeitado artista nacional.
Contrariando o mimi e os bate bocas entre o velho e os novinhos do movimento Hip Hop, se achando mas prá quê este desgaste desnecessário com tanta coisa acontecendo..
As idéias&Ações tem que responder rapidamente para esta juventude na quebradas….Compartilho este clip valorizando os talentos musicais e tantas referencias de poetas que entraram no hall da MPB…. #ProntoFalei #ASSISTA #indico

Lá De Onde eu Venho – Video Oficial

Letra: LÁ DE ONDE EU VENHO A GENTE É PÉ NO CHÃO, RESPONSA RESPEITO E DETERMINAÇÃO / LÁ DE ONDE EU VENHO VIVO A REALIDADE, SOMOS O CALO DA SOCIEDADE / A TIAZINHA NA LABUTA SEGUE NA MISSÃO, É O BRAÇO FORTE DA FAMÍLIA SEMPRE TRAZ O PÃO / LÁ DE ONDE EU VENHO É ASSIM, A GENTE ENCONTRA FLORES ONDE MAL NASCE CAPIM / O SEU JOÃO É UM EXEMPLO QUE VALE A PENA, GANHOU UM BOTIJÃO TIPO LEVOU A MEGA SENA / AQUI NÃO FALHA O BAGULHO É LOCO, EU ME ORGULHO DA GARRA DO POVO / É PRECISO TER FÉ, PARA PROSSEGUIR / BASTA ACREDITAR, DEUS MUDA O FIM / É PRECISO TER FÉ, PARA PROSSEGUIR / BASTA ACREDITAR, DEUS MUDA O FIM / “E ELE TE LEVANTARÁ PARA QUE DO NADA O TUDO SE FAÇA PRESENTE, E VOCÊ SE ASSENTE ENTRE PRÍNCIPES, REIS E RAINHAS. SUA HUMILDADE E FORÇA DE VONTADE TE LEVARÁ POR CAMINHOS QUE VOCÊ JAMAIS SONHOU CAMINHAR. CREIA, TENHA FÉ E JAMAIS SE DEIXE ABATER, SOU MAIS VOCÊ.“ LÁ DE ONDE EU VENHO A GENTE É PÉ NO CHÃO, RESPONSA RESPEITO E DETERMINAÇÃO / LÁ DE ONDE EU VENHO VIVO A REALIDADE, SOMOS O CALO DA SOCIEDADE / A TIAZINHA NA LABUTA SEGUE NA MISSÃO, É O BRAÇO FORTE DA FAMÍLIA SEMPRE TRAZ O PÃO / LÁ DE ONDE EU VENHO É ASSIM, A GENTE ENCONTRA FLORES ONDE MAL NASCE CAPIM / O SEU JOÃO É UM EXEMPLO QUE VALE A PENA, GANHOU UM BOTIJÃO TIPO LEVOU A MEGA SENA / AQUI NÃO FALHA O BAGULHO É LOCO, EU ME ORGULHO DA GARRA DO POVO / É PRECISO TER FÉ, PARA PROSSEGUIR / BASTA ACREDITAR, DEUS MUDA O FIM / É PRECISO TER FÉ, PARA PROSSEGUIR / BASTA ACREDITAR, DEUS MUDA O FIM / LÁ DE ONDE EU VENHO… —————- Site: http://www.dexteroitavoanjo.com.br/ Facebook: https://bit.ly/2lT8gGA Instagram: https://bit.ly/2kJr0bu Twitter: https://bit.ly/2kzbdMw Inscreva-se! → https://bit.ly/2kJp3vG

FICHA TÉCNICA VIDEOCLIPE Produção: Butterfly COLETIVO Direção e Criação: Ricardo Souza Produção executiva: Karen Moura, Camila Vilas Boas, Roberto TX, Joao Wainer, Tiago Scaff e Ricardo Souza Diretor de arte: Tiago Scaff Roteiro: Fernanda Fontes e Ricardo Souza Concept: Paulo Campos Modelador: Diogo Reis Rigger: Henrique Ribeiro / Felipe Gimenes Animador: Ferpulha / Daniel Ferretti / Geison da Silva Leite / Augusto Henrique da Silva Lookdev: Tiago Scaff Produção Bonecos 3D: Mauricio Conrado dos Reis VFX: Eduardo Nascimento, Bruno Ronzani, Ricardo Souza e Edson Costa Design: Bruno Ronzani Finalizadora: Karen Moura Colorista: Daniel Lopes / Junior X Assistente de montagem: Carlos Joshua Almeida Nascimento Agencia Ago: Luana Manso / Àile Pires MÚSICA Lá De Onde Eu Venho Letra: Billy Sp / Peu Cavalcante / Dexter Produção Musical: Peu Cavalcante Estúdio: Estúdio On Intérprete: Dexter Bateria: Alex Martins Contrabaixo: Peu Cavalcante Cavaco: Marcelinho TDP Percussão: Richard Sousa Piano: Piu Cabral Violão: Anderson Correia Violoncelo: Paulo Mariano Galvão / Gabriel Alvico Backing Vocal: Simone Cavalcante/ Carol Santilia/ Izael Santos/ Juninho Hernandez Mix e Master: Tiago Gaúcho Estúdio: Estúdio TDK Music PRODUÇÃO GERAL: 8º Anjo Produções APOIO: GJ PERI, BOLAS EURO SPORTS, TX FILMES, BUTTERFLY COLETIVO, GNG ENGENHARIA, ZUG IMÓVEIS, CENTRAL BEER, AGÔ, TX Filmes, E MANOS CAPS. AGRADECIMENTOS ESPECIAIS PEU CAVALCANTE, BILLY SP, MÁRCIO LACERDA, JOÃO WAINER, RICARDO SOUZA, GABRIEL JESUS, RODOLFO AUGUSTO, DIEGO ABIB, GUTHO GALIANO, PATRÍCIA YENDIS, ELIZEU OLIVEIRA, LUANA MASO, MANO BROWN, MARQUINHO SENSAÇÃO, CARICA, PINHA, DJLUCIANO, CÉSINHA GADDINI, ZIKA, BIDA, GIULIANO, TIAGO SCAFF, KAREN MOURA.

#Indico

Meu Amigo GOG = Genival Oliveira Gonçalves- #HipHopdeVerdade

“Meu amigo Gog, puxa lembrar de voce nos encontros lá na Vitrine Paulista, onde saiu tantas letras, e o movimento sério do Hip Hop se organizou na lojinha do japones Claudio na Boca do bairro em Santa Cecilia-SP (deve estar no Japão agora). Escutar hoje o que virou o Rap e não lembrar daqueles momentos de sabedoria e militancia verdadeira e hoje pensando aquí após assistir as desavenças dos rappers da antiga e nova geração ….e voce apesar das dificuldades AVANÇANDO cumprindo a missão com ética,papo reto de sempre…e aí me apareceu esta Excelente Matéria LUIZ MAKLOUF CARVALHO escrita em 2010 para Revista https://piaui.folha.uol.com.br/ mas que vale o registro da cena de verdade Hip Hop e com clareza ele explica como criou Brasil com P – (Assista Agora GOG Part. Maria Rita),depois leia a matéria. Prá terminar sinto até agora após produzir,divulgar tantos talentos….não ter agilizado nada para vc Gog….Deixa passar esta pandemia quem sabe realizo….Sempre agrandecendo à DEUS pela nossa Amizade..” #prontofalei #pokazideia

ASSISTA ANTES DE LER…. É PRÁ CHORAR, e procure depois o show completo….

É MARAVILHOSO DE #GRATIDÃO.. Paulo Diniz,Maria Rita,Lenine,Gerson King Kombo

https://www.youtube.com/watch?v=6v0oXz499xg

EDIÇÃO 41 | FEVEREIRO_2010

vozes do rap

SOCO, SUFOCO E FOGO NO GOGÓ DE GOG

A polícia perversa pega pretos, pobres e prostitutas, os políticos prometem em palanques praias e piscinas, pura palhaçada em proveito próprio, mas o poeta da periferia prevê populares portando pistolas, pólvora, pescoço, peito e pulmões perfurados

Genival Oliveira Gonçalves tirou a mala do bagageiro do carro, levou-a para a entrada do prédio e abriu-a no chão de cimento: CDs, DVDs e camisetas promocionais chamativas ficaram à mostra. Numa delas, lia-se: “O estudo é o escudo.” Àquela hora, seis da tarde, a Secretaria Municipal de Cultura de União dos Palmares, na zona da mata alagoana, deveria estar fechando as portas. Mas, com a autorização do secretário, Gonçalves expôs seus produtos para uma dúzia de possíveis compradores.https://www.deliciouus.com/assets/aserver?w=300&h=250&host=piaui.folha.uol.com.br&plugin_key=yZBrQUon9t01BomzSybW8w&ifradid=830106496175155&cmp=0

LUIZ MAKLOUF CARVALHO“É a mexerica do quilombo!”, proclamou GOG depois de três horas subindo e descendo a serra da Barriga, em Alagoas. “É a nossa santa ceia com Zumbi dos Palmares!”

Gog – Rap é Poder
Genival Oliveira Gonçalves foi alfabetizado aos cinco anos de idade pela
mãe, professora, que o iniciara nas crônicas de Cecília Meirelles. Era um fenômeno em concursos de ditado e sabia de cor as capitais do mundo. Respirava
cultura muito antes de conhecer o significado do termo. Não sabia que aquilo
de que mais gostava – o hip hop – era também uma “cultura”

“Gente, se não puder pagar à vista, eu divido em trinta, sessenta e até noventa dias”, dizia, animado. Apareceu um sujeito que, desinteressado, atravessou o burburinho – um evento, afinal, na pacata Palmares – ignorando-o por completo. Gonçalves se eriçou. “Seu Genésio me batizou com nome de caixeiro-viajante e me ensinou a vender”, disse. Carlos Roberto da Silva, o desinteressado, foi interceptado ao descer a pequena escada que levava ao portão e à rua. Guia turístico de 34 anos, Silva ruborizou levemente quando o grandalhão desconhecido – 1,80 metro e 85 quilos – abordou-o, com jeito, mas incisivo: “E aí, velho, não quer dar uma olhada nas camisetas? É o nosso trabalho de autogestão.” Silva não queria. Tinha pressa.

– Você compra uma camisa se eu falar rapidamente vinte palavras seguidas só com a letra “P”, tudo fazendo sentido? – propôs Gonçalves.

Antes que o rapaz pudesse responder, aumentou a oferta:

– Trinta palavras, todas com “P”. Trinta, velho. Topa?

– Trinta só com “P”? Não pode! – disse Silva.

– Quarenta. Topa? – aumentou Gonçalves.

– Posso anotar uma por uma?

– Pode.

Uma caneta materializou-se na mão de Silva. Mas ele regateou e só topou a aposta quando Gonçalves colocou no pano verde sessenta palavras com “P”. No meio da roda que se formou, disparou as primeiras:

Preferencialmente

Preto pobre prostituta

Pra polícia prender

Pare pense por quê?

Silva rabiscou treze “pês” numa folha de papel. E Gonçalves disparou mais dezenove:

Prossigo

Pelas periferias praticam perversidades PMs

Pelos palanques políticos prometem prometem

Pura palhaçada

Proveito próprio

Praias programas piscinas palmas

Como o rapaz não conseguia grafar o “P” no mesmo ritmo do rap, Gonçalves parou e sugeriu que marcasse com tracinhos, formando um quadrado cruzado a cada cinco palavras. Silva gostou. E, com o desafio virando festa, encheu uma folha de quadradinhos:

Pra periferia

Pânico pólvora pá pá pá

Primeira página

Preço pago

Pescoço peitos pulmões perfurados

Parece pouco

Pedro Paulo

Profissão pedreiro

Passatempo predileto

Pandeiro

Preso portando pó

Passou pelos piores pesadelos

Presídio porões problemas pessoais

Psicológicos perdeu parceiros passado presente

Pais parentes principais pertences
O rapaz se atrapalhava na contagem, mas foi até o fim:

PC [o tesoureiro de Fernando Collor]

Político privilegiado preso parecia piada

Pagou propina pro plantão policial

Passou pela porta principal

Posso parecer psicopata

Pivô pra perseguição

Prevejo populares portando pistolas

Pronunciando palavrões

Promotores públicos pedindo prisões

Pecado pena prisão perpétua

Palavras pronunciadas

Pelo poeta periferia

Na última estrofe, Silva começou a ouvir mais alguém fazendo um dueto com Gonçalves. Era o próprio. O som, ligado por um fã que o acompanhava, vinha do carro que o trouxera, estacionado ali próximo. Era a mais recente gravação de Brasil com P, uma das quinze faixas do CD GOG ao Vivo – Cartão Postal Bomba!, à venda em poucas lojas, na internet e na mala que ele carrega nas viagens. Nessa versão, o solfejo que pontua a sucessão de “pês” é da cantora Maria Rita.

No final da performance, Silva ficou sabendo que o camelô tem o nome artístico de GOG, as iniciais de seu nome. Ele as pronuncia como um monossílabo, enquanto fãs preferem chamá-lo de Gê Ó Gê. Silva terminou de marcar os “pês” com trilha sonora, visivelmente maravilhado. Desculpou-se por não conhecê-lo, e pagou a aposta comprando três camisetas e um DVD. Não tinha dinheiro para pagar à vista, então o rapper aceitou a metade e deu ao rapaz o número de sua conta, para que depositasse o resto no dia combinado. De boca, simplesmente.

GOG é um dos rappers mais premiados do hip-hop brasileiro. Em dezembro passado esteve entre os cinco primeiros do Prêmio Hutúz, junto com Racionais MC’s, MV Bill, Rappin’Hood e o falecido Sabotage. No show de entrega, incendiou a plateia com Brasil com P – premiado como um dos quatro melhores clipes da década.

O rapper faz 45 anos (ou “4.5 turbinado”, como prefere) em março. Seu primeiro disco de rap, ainda nos tempos do vinil, foi Peso Pesado, em 1992. O nono é de 2007, Cartão Postal Bomba!. Dois deles – CPI da Favela, no qual está a aliterativa Brasil com P, e Tarja Preta – entram em qualquer coletânea do rap nacional. O décimo, previsto para este ano, trará um rap calcado em Construção, de Chico Buarque, de quem GOG é admirador. “O Chico construiu, e eu vou desconstruir”, disse.

Numa entrevista a Fernando de Barros e Silva, publicada na Folha de S.Paulo em dezembro de 2004, Chico Buarque afirmou: “Quando você vê um fenômeno como o rap, isso é de certa forma uma negação da canção tal como a conhecemos. Talvez seja o sinal mais evidente de que a canção já foi, passou. Estou dizendo tudo isso e pensando ao mesmo tempo que talvez seja uma certa defesa diante do desafio de continuar a compor. Tenho muitas dúvidas a respeito. Esse pessoal [do rap] junta uma multidão. Tem algo aí. Eu não seria capaz de escrever um rap e nem acho que deveria.”

Às 6h30, GOG estava na esquina combinada, na cidade-satétite Guará II, onde mora numa casa térrea sem maiores confortos. Rogéria, com quem está casado há mais de vinte anos e tem dois filhos adolescentes, fazia o café enquanto esperava o pão que ele fora comprar. Ele tem ainda uma filha, de um namoro anterior, hoje com 22 anos. A moça mora com a mãe e ajuda na divulgação dos discos do pai.

De bermudão, camiseta e chinelo, o rapper tem uma aparência séria, quase carrancuda. Sua primeira tarefa no dia era levar o filho Guilherme à escola, pública, que fica no Plano Piloto. Foram num Golf prata 2001, cuja marca estampada na traseira foi alterada para “GOG”. O segundo compromisso foi cumprido a pé: visitar um amigo que passava por uma crise de depressão. O rapper foi levá-lo ao hospital onde tinha consulta.

Enquanto caminhava a passos largos e rápidos pela W-3, lembrou que a avenida está presente em algumas das 140 letras que compôs: contando que a média é de oitenta linhas por música, são quase 12 mil versos. Ele entoou a quilométrica letra na rua e no hospital, sem se importar com os passantes que viravam a cabeça para olhá-lo.

Era véspera de uma turnê de shows pelo Nordeste e GOG acertava, pelo celular, outros dois shows – um na praça da Sé, em São Paulo, por 15 mil reais, e outro em Jaú, no interior paulista, por 8 mil. Os telefonemas não paravam. Ele falou enquanto dirigia, esperava na fila de bancos e nas três horas que permaneceu em uma agência de viagens, atrás de passagens mais baratas. Quando se empolga, toca em vários assuntos simultaneamente, ou abandona um raciocínio para retomá-lo depois de dezenas de interpolações: parece um Eduardo Suplicy superacelerado.

Uma pergunta sobre a sua barba rala gera respostas assim: “Eu tenho orgulho, porque tem horas que eu pareço com o Che, né? Essa irmandade aí é uma coisa que eu gosto. Mas não busco. Talvez introspectivamente, não diretamente. Essa barba mostra um rosto muitas vezes jovem, mas também a maturidade da barba, do cabelo ficando branco. Surpreender e quebrar o paradigma é uma estratégia. Superar o prato feito que as pessoas pensaram que você era – e aí você passa a ser não só um bandejão.”

Também vai ao ponto quando quer: “Essa fita de aliança com o Bigode ninguém aguenta”, disse, referindo-se ao apoio do presidente Lula ao senador José (“Bigode”) Sarney. “Foi muito pesada. Então eu vou ter que voltar a esse tema no próximo disco, porque eu não posso jamais deixar isso passar batido. O pessoal espera isso do GOG.”

O rapper defende o governo Lula e integra o Conselho Nacional de Política Cultural. O presidente conhece GOG de eventos culturais. Num deles, pediu aos presentes, gente do hip-hop, que encaminhassem suas reivindicações “aqui para o nosso GOG”. Nas letras, ele atacou os Fernandos Collor e Henrique, este chamado de “sociólogo nojento”. Raposas da política brasiliense – como Joaquim Roriz ou José Roberto Arruda – também já foram para o seu paredão.

O vídeo do mensalão de Arruda, com os maços de dinheiro nos bolsos, meias e cuecas, levou GOG a participar de manifestações de protesto. O episódio também serviu de mote para uma terceira maratona das letras com “P” – “a última”, ele garante, “porque nem eu aguento mais”. Chama-se Ponto phinal. Somada a Brasil com P e a Próxima parte, são 542 palavras com “P”.

Em Ponto phinal, GOG pegou leve. Para não atrapalhar sua relação com o governo e com os políticos locais que o contratam para shows, fez uma crítica genérica, sem citar nomes, exceto o de Arruda. Nos últimos versos, ele defende:

Punição pros patifes!

Pena para Arruda?

Pega palmatória, pega palmatória!

“Não considero a palmatória instrumento de tortura, ela é mais lembrada como um corretivo”, esclareceu. “Foi a forma mais branda que encontrei para não chegar a:

Pena pro Arruda?

Pega pente, pistola

Pelotão! Preparar… pá, pá, pá!

A sala da casa de GOG fica fechada nas primeiras horas da manhã. É ali que ele instalou sua mãe, dona Sebastiana, personagem recorrente de suas letras. Piauiense de 77 anos, ela quebrou o fêmur numa queda na cozinha, em janeiro de 2007. Operou e voltou para casa. Recuperava-se, quando uma embolia pulmonar e dois derrames a levaram a uma unidade de terapia intensiva, onde ficou um ano internada. As sequelas a obrigam a ficar na cama, imobilizada. GOG transformou a sala num quarto de hospital e contratou uma enfermeira que fica de plantão. “Essa é a minha mãezinha, guerreira, que me deu tudo de importante”, apresentou-a, emocionado, na beira da cama. Dona Sebastiana não fala, mas tem os olhos abertos e, segundo o filho, se expressa por eles. Genival passou a mão pelos cabelos grisalhos, beijou o rosto e contou para ela que viajaria no dia seguinte para uma turnê.

Dona Sebastiana saiu de Gilbués, no extremo sul do Piauí, há 45 anos. Com Genival na barriga, foi morar na cidade-satélite de Ceilândia. Com quinze dias, ele nasceu. Genésio, o pai, hoje falecido, veio depois. Em Gilbués, cuidavam da terra e do gado dos outros. Genésio atravessava boi, a nado, no rio Gurgueia. Gostava de beber, às vezes além da conta, e era mulherengo. Até noivo ficava, se precisasse. “O pai não era envolvido com estudo, mas tinha uma linda caligrafia”, disse o filho. “Cuidou muito da minha educação. Com 5 anos eu já estava alfabetizado. O pai lia Cecília Meireles, tinha interesse em literatura. Sabia que era importante pra nós.”

Genésio trabalhou numa recauchutadora de pneus em Ceilândia. Dona Sebastiana virou professora concursada, primeiro de comunidade rural e depois em Brasília. A família melhorou de vida e comprou casa própria. Genival e seus irmãos – o bancário Sanderson e a funcionária pública Karlla Soraya – foram educados com rédea curta.

GOG estudou em escola pública, no Guará II, para onde a família se mudou quando tinha 8 anos. Foi trabalhar com 16 anos, como contínuo em um consultório de dentistas. Aos 12, quando começou a ir a festas nas cidades-satélites e a gostar de dançar, a música entrou na sua vida. “Minha trilha sonora era James Brown, Paulo Diniz, Roberto Carlos, Gerson King Combo”, disse. No final dos anos 70, a dança levou-o a formar o primeiro grupo, Os Magrello’s, com mais uma dezena de garotos do Guará II. Eles dançavam funk e soul, mas acabaram no break, que, com seus voos de braços, pernas e cabeças girando (referência à guerra do Vietnã e seus helicópteros), é característica do hip-hop.

Foi com Os Magrello’s que GOG viveu a primeira das muitas encrencas que teria com os parceiros: não deixou que os companheiros entrassem no Fusquinha usado que acabara de comprar. “Eles estavam suados”, explicou, sugerindo arrependimento, num banco de hospital, à espera do amigo depressivo. Saiu de Os Magrello’s com fama de metido, ou de “cheio de querer ser”, para usar um verso de Mano Brown, dos Racionais.

Montou outro grupo, o SOS Rap, que não foi adiante. Virou bancário, prestou vestibular e foi aprovado no curso de economia de uma faculdade particular. Mas o rap o pegara de vez. Os colegas do banco cansaram de vê-lo às voltas com letras enormes, que fazia no horário de trabalho. Abandonou a faculdade um ano antes de se formar. Fez gravações amadoras e as mostrou em shows e concursos nas cidades-satélites. Em 1989, conquistou o quarto lugar num torneio, com um rap que rimava “Brasília” com “oitava maravilha”.

Em 1990, em São Paulo, saiu o primeiro disco dos Racionais, Holocausto Urbano, com o sucesso Pânico na zona sul. Foi o sinal de que o rhythm and poetry, ou rap, era bem mais que a importação de um ritmo americano. Referindo-se aos Racionais, o músico e ensaísta José Miguel Wisnik escreveu, em 1997, que o rap de São Paulo era “o mais marcante fato novo da música no Brasil desde muito tempo, como expressão social, como linguagem, como fenômeno de produção, distribuição e criação do público”.

Para Fernando de Barros e Silva, o rap implodiu “o mito de nossa utopia cordial” e se constitui, “como expressão cultural e fato social, num sintoma furioso de um fim de linha histórico”. O músico e ensaísta Luiz Tatit não concorda que a canção venha cedendo espaço para o rap. “Nada é mais radical como canção do que uma fala explícita que neutraliza as oscilações ‘românticas’ da melodia e conserva a entonação crua, sua matéria-prima”, escreveu. “A existência do rap e outros gêneros atuais só confirma a vitalidade da canção.”

Para GOG, Pânico na zona sul provocou “o mesmo deslumbre que os americanos tiveram quando ouviram Malcolm X. Esse rap é uma convocação de guerra, com liderança, texto e personalidade”. Os Racionais prestaram uma homenagem a GOG ao citar um de seus mantras – “periferia é periferia em qualquer lugar” – numa das músicas de Sobrevivendo no Inferno. O brasiliense também os citou, em mais de uma letra. E também fez uma música na qual se comparou ao líder negro americano, assassinado em 1965: Malcolm X foi à Meca e GOG ao Nordeste.

Seguindo a trilha dos Racionais, o Distrito Federal, que já dera frutos no pop, como Legião Urbana e Raimundos, tornou-se uma referência do rap nacional. Ceilândia foi um dos berços do rap brasiliense. Um dos bebês daquela época, hoje com 42 anos e monumentais 170 quilos, é o DJ Jamaika. Ele não gosta que lhe perguntem o nome verdadeiro – “Pra quê?”, retrucou logo, de cara feia –, mas acabou concedendo: chama-se Jefferson Alves. Dois de seus raps, Síndrome de Caim e Chegando devagar, estão na trilha sonora de um filme com Arnold Schwarzenegger, Efeito Colateral. Jamaika tem dez discos gravados e estima já ter vendido 500 mil unidades. Naquele começo dos anos 90, ele e Alexandre Tadeu Silva, o rapper X, formaram o Câmbio Negro. Rendeu um único disco porque tiveram uma briga que persiste até hoje. A faixa Sub-raça alude ao faux pas cometido por Lula na campanha presidencial de 1989, quando disse que o Nordeste, se continuasse na miséria, poderia dar origem a uma sub-raça. “Sub-raça é a puta que o pariu”, grita X no refrão.

Nessa mesma época, Genival Oliveira Gonçalves, por sugestão de dois amigos, passou a se chamar GOG. Jamaika, ele e X tornaram-se amigos e parceiros musicais por alguns anos. Um dia se estranharam. Jamaika não quis falar sobre os motivos e X se recusou a dar entrevista. “Não vou falar porra nenhuma”, disse ao telefone. “O rap virou essa merda que está aí.”

GOG contou que a gota d’água da briga foi um comentário “infeliz” que ele fez referente a uma suposta superioridade de Guará II sobre Ceilândia – ou CI, como eles falam –, no quesito break. “Uma bobagem que custou dez anos de muita tensão”, disse o rapper. “Teve dia de eu sair com o ferro porque fui informado que eles iriam me acertar”, disse. (“Ferro”, no caso, é revólver.) “O acerto ia ser no Quarentão, um salão de festas de Ceilândia. Eles estavam lá, tudo ferrado, tudo maquinado, velho. Eu cheguei de boa, entrei, eles ficaram tudo me olhando, mas eu ignorei a provocação e fui-me embora. Mas eu me perguntava: qual das mães vai chorar? E respondia: a minha não vai.”

Jamaika, X e outros desafetos que GOG coleciona – “eu tenho essa sina” – levaram a polêmica para letras e discos. Uma das mais sulfúricas chama-se Falsa malandragem, e foi feita por Jamaika e Rei, outro rapper de Ceilândia. Nela, GOG é chamado de “girinão”, “gangstar”, “babão”, “otário”, “barrabás” e “safado”. Ele nunca respondeu. “É que eu sempre fui um cara da caminhada, velho”, explicou. “O problema é que eu tinha 2º grau, estava fazendo faculdade e tinha um bom emprego. Agora, se eu me desprovi da sua amizade, eu não vou falar mal de você e nem ficar caminhando com você. Só que eu vou crescer, cara, e crescer muitas vezes irrita o adversário.”

X também pegou pesado em Que irmão é você?, no qual ele diz do desafeto: “Ainda existem/ pessoas que por nós são consideradas/ e que depois de muito tempo mostram sua cara safada.” São águas passadas: Jamaika e Rei viraram evangélicos e pediram desculpas a GOG, que aceitou. Até cantaram juntos em shows.

Cláudio Raffaello Serzedello Corrêa Santoro – filho de maestro e bailarina famosos no Brasil e no exterior – é conhecido em Brasília como DJ Raffa. Tem 41 anos, é gordo de dar na vista e produziu, como músico e arranjador, discos marcantes do rap brasiliense. Tem quatro discos de ouro – acima de 100 mil cópias – como produtor. Sua história está contada no livro autobiográfico Trajetória de um Guerreiro, de 2007. GOG também encrencou com Raffa, ou vice-versa. Por causa de dinheiro. Em 1993, morando em São Paulo, Raffa não conseguiu cobrir um cheque que o rapper lhe emprestara. Pois GOG foi a São Paulo e simplesmente levou embora o teclado com que o amigo trabalhava, e só o devolveu quando o cheque foi coberto.

“Quem não errou nessa longa trajetória?”, perguntou o DJ, filosoficamente. “O GOG não tem papas na língua, não. Ele fala sem pensar, no calor da emoção. Mas é um cara do bem. Muito inteligente e bem informado. Suas letras são muito bem elaboradas, com boas rimas por dentro e por fora.” Raffa contou que uma vez, durante certa gravação em seu estúdio de Brasília, GOG, com o calor do desempenho, foi tirando e jogando peça por peça da roupa, sem parar de cantar. “Ficou só de cueca – o que é um bom exemplo da energia dele”, disse.

Desde o primeiro disco, na contracorrente do gênero, GOG não fala palavrões. Mas não lhe falta agressividade (o mau político “é sujo, é podre, é lixo”), nem versos inventivos (“não deixe o óbito se tornar lógico”). Ele explicou que não usa palavrões como “estratégia para que as músicas atinjam o máximo de pessoas. O rap nacional tem músicas com palavrões bem colocados, como Sub-raça, para citar só um exemplo. Outros forçam, são desnecessários e sem sentido”.

Ele começou a fazer sucesso em meados dos anos 90. Montou uma gravadora, lançou grupos novos e abriu meia dúzia de lojas no Distrito Federal para vender roupas e discos de rap. Rogéria é quem administra as lojas, hoje reduzidas a duas, uma delas no Shopping Conic. Ali também atende, em outra loja, o DJ Régis, de 35 anos, do grupo de rap evangélico Provérbio X. GOG foi convidado para fazer uma participação no show deles e topou. “Cada minuto com ele é um aprendizado, no rap e na vida”, disse Régis. “Pode escrever aí que eu amo o GOG do fundo do meu coração.”

Depois de onze anos como bancário, alternando terno e gravata com visual hip-hop, GOG pediu as contas. Já fazia muitos shows em São Paulo, num cansativo vai e volta. Chateado com as desavenças brasilienses – “era São Paulo me batendo palmas e Brasília me jogando pedra” –, mudou-se, em 1999, com Rogéria e as crianças, para Hortolândia, perto de Campinas. Ficaram quatro anos por lá e voltaram ao Guará II.

Num voo matinal Brasília-Maceió, primeiro destino de sua turnê de oito dias pelo Nordeste, GOG fez cara feia quando duvidei de sua capacidade de compor de improviso, como alardeava. “Me dá uma folha aí e escolhe um tema”, falou, ajeitando-se na poltrona desconfortável. Em pouco mais de um minuto, escreveu dezessete versos sobre o tema “A garota da Uniban”. Eles rimavam talibã com Unibanvestir com sentir e opressão com liberdade de expressão.

Num restaurante da praia da Ponta Verde, em Maceió, onde comeu lagosta pela primeira vez na vida, encantou as professoras Ruth Vasconcelos e Fátima Albuquerque, da Universidade Federal de Alagoas, responsáveis por sua contratação, por 10 mil reais. Jamais haviam visto um músico tão articulado e provocador. Outro organizador do show era Carlos Martins, aluno da universidade. Ele viu um espetáculo de GOG em Salvador, se empolgou, entrou em contato com o rapper e convidou-o a se apresentar em Maceió. As professoras cogitaram convidar nomes consagrados da música popular, como Milton Nascimento ou mesmo Chico Buarque. Carlos Martins convenceu-as de que o negócio agora era o rap, e que o rap era GOG.

Foram dois dias agitados. Já na primeira noite, GOG visitou a favela Sururu de Capote, à beira de uma lagoa fétida e poluída. Animado com um grupo de meninos que gostavam de rap, voltou aos tempos em que dançava, e improvisou um show-relâmpago. Na mesma noite, teve fôlego para uma reunião com grupos de hip-hop em um bairro periférico e para cantar Brasil com P à capela, só no GOGó. “Muita gente entra no rap por vaidade e para pegar as meninas, mas essa fita não vira”, disse aos 150 manos e minas que participaram do debate. “Nós temos que repensar e refundar o hip-hop.”

No outro dia, Carlos Martins levou-o ao Parque Memorial Quilombo dos Palmares, na serra da Barriga. Lá, GOG agiu como se Zumbi ainda estivesse vivo. No meio da caminhada pela estrada de terra que levava ao parque, puxou o celular. Ligou para um presidiário amigo e juntos fizeram uma oração. “Pedimos liberdade a esse irmão e sabedoria para conduzir o nosso dia a dia”, rezou. O rapper zanzou pela serra íngreme, sozinho, por umas três horas. Reapareceu suado, feliz e com as mãos, braços e bolsos cheios de mexericas e laranjas. “Elas foram banhadas pelo mesmo lençol freático dos tempos de Zumbi”, anunciou ao voltar.

Carlos Martins e as professoras haviam conseguido, em prol do sucesso do show, uma entrevista junto à repetidora local da Globo. Não sabiam, como os fãs do rapper sabem há muito, que GOG e Globo só combinam no G. Assim como não toma Coca-Cola e não calça tênis da Nike, ele não dá entrevista para a maior rede de televisão. Disse isso a Martins com a tranquilidade dos eleitos. O rapaz insistiu, argumentou universitariamente, rogou, se alterou um pouco, disse que a universidade estava pagando. GOG ignorou tudo olimpicamente, e Martins desmarcou a entrevista.

Na manhã seguinte, em outro bairro pobre, o rapper foi ao estúdio modestíssimo de um DJ iniciante, Paulo Henrique Leite da Silva, o PH, de 26 anos. Antes de subir a escada caracol, GOG deixou o celular para o filho de PH brincar. No estúdio, cercado de admiradores, pegou o microfone e fez um discurso falando sobre a serra da Barriga, Zumbi, a revolução e a verdade. Foram quatro minutos e meio de transe ininterrupto.

Na noite do show, na praia de Pajuçara, 1 500 pessoas assistiram a seu show, que se desenvolveu num crescendo de entusiasmo, até explodir perto do fim. “Parece que um preto velho baixa em mim”, ele explicou. Apresentou-se com uma camiseta preta com a frente tomada por uma foto do presidente Barack Obama. Abaixo da foto, em letras cheias, a palavra “Revolução”. Em uma de suas músicas, em vez de usar o clichê “o barato é louco”, ele canta “o Barack é louco”.

Ele foi acompanhado na turnê nordestina pelo DJ A, ou Alysson Lopes de Lima. Ele tem 30 anos, é forte, usa tatuagens, brinco, camiseta e boné. Mas, sobretudo, é calado. Talvez por isso tenha conseguido não se atritar com o rapper, ou vice-versa. O segredo é que só se veem minutos antes de começar o show. O resto do tempo é cada um na sua. No palco, o rapper GOG não fica parado e suas letras saem cristalinas. A plateia que está logo à frente do palco se esgoela com o refrão: “Revolucionários do Brasil/ Fogo no pavio!/ Fogo no pavio!”

O melhor momento foi Brasil com P: GOG saiu do palco e cantou todo o rap, misturado com o público, andando sem parar e às vezes correndo como um louco. Uma hora, encostou num carro da polícia parado no calçadão e cantou de lá. Como faz em todos os outros shows, o rapper ficou duas horas atendendo aos fãs, e vendendo as camisetas, CDs e DVDs numa banca improvisada. Como em outras ocasiões, aceitou que dezenas de fãs – ou “seguidores”, como prefere – pagassem depois as compras, depositando o valor combinado na sua conta. Pelo telefone, Rogéria repreendeu sua liberalidade. “Eu faço isso para eles confiarem que a autogestão é possível”, respondeu o rapper, depois de tentar apaziguá-la com palavras de carinho.

Aligação para o presidiário amigo, feita da serra da Barriga, não foi a primeira que GOG fez para o rapper Dexter. Ele se chama Marcos Fernandes de Omena, condenado a 38 anos de prisão por homicídio e assaltos à mão armada. Cumprindo pena há doze anos, foi o criador, junto com Afro-X, do grupo 509-E. O nome do grupo homenageia o número da cela em que Dexter e Afro-X estiveram presos no Carandiru. A história da dupla está contada no documentário Entre a Luz e a Sombra, de Luciana Burlamaqui, lançado no final do ano passado. Dexter continua a carreira solo e, de vez em quando, é liberado da cadeia para compromissos profissionais. Ele ganhou um Prêmio Hutúz em dezembro.

Dexter tem ligações com o Primeiro Comando da Capital, o PCC, que controla boa parte dos presídios paulistas. GOG contou que Dexter o convidara, em nome do PCC, para que fizesse um show no dia de Natal, em um bairro da periferia de São Paulo, e lhe ofereceu 7 mil reais de cachê, em três prestações. “Aceitei porque eles fizeram uma consulta nas comunidades, e o escolhido fui eu”, disse. Sacou a primeira parcela, de 3 mil reais, de um caixa eletrônico em Maceió. “Está vendo como é? Eles pagam com antecedência e sem furo, como combinado”, disse, mostrando o extrato comprovando o depósito e reclamando da demora de outros contratantes.

Outro seu amigo e parceiro é o rapper Altino Jesus do Sacramento, o Gato Preto, condenado a dezenove anos de cadeia por sequestro e porte ilegal de arma. Está preso em Osasco. “Mesmo ele tendo dado essa desviada para o crime, o Gato Preto talvez seja o parceiro que eu mais ame nessa caminhada, que mais eu tenha orgulho”, disse.

O rapper chegou a visitar o cativeiro no qual Gato Preto guardava um refém, coreano. Ao saber do que se tratava, GOG não quis parceria. “Eu sou pelo certo”, falou. “Para mim, o crime não vira, o PCC não vira, o tráfico não vira.” São frases que ele também fala nos palcos – como disse nos shows de Olinda e de João Pessoa. Não é uma contradição para quem recebe dinheiro do PCC? “Pode até ser, mas eu não tenho medo da polêmica e da contradição”, respondeu. Gato Preto é um dos mandachuvas da favela do Jardim Colombo, na Zona Sul paulistana. Lá ele montou o Centro de Inclusão Digital Genival Oliveira Gonçalves. “Você chega e está lá aquela placona, com um monte de moleque no computador. É uma das maiores homenagens a mim”, disse GOG.

Autor de Bim Bom: A Contradição sem Conflitos de João Gilberto, livro de referência sobre o inventor da bossa nova, o professor e músico Walter Garcia, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é um dos poucos da área acadêmica a se interessar pelo rap – com foco na obra dos Racionais. “O GOG elabora uma crônica social, com o objetivo de conscientizar, visando uma modificação social e política profunda na sociedade”, disse Garcia. “Acho genial o uso do cujo na letra de Brasília periferia, quando ele se refere ao Roriz sem citar seu nome. É um jeito sofisticado de fazer poesia.” O trecho é este:

Daqui tô vendo luzes acesas

É Samambaia

Vários botecos abertos

Várias escolas vazias

Coisas inacreditáveis acontecem à luz do dia

Lá o vibrião da cólera seria epidemia

Reduto eleitoral bastante disputado

Hoje dominado por um infeliz

Cujo nome se rima não se diz

Walter Garcia definiu GOG como “um iluminista da periferia”. O rapper tem versos assim: “O raciocínio comanda meu punho”; “Atitude não é dedo no gatilho”; “Meu sonho um sorvete carregado em pleno sol”; “A verdadeira malandragem é viver”; “Ser preto é moda, concorda?/ Mas só no visual/ continua caso raro de ascensão social”; “Rap nacional é o terror que chegou”.

O rap começou a interessar Garcia em 1993, quando escutou Raio X Brasil, o terceiro disco dos Racionais. “Eu senti que ali tinha uma obra de arte, no mesmo nível de um disco do João Gilberto”, disse, citando um dos maiores sucessos do grupo, a música Fim de semana no parque.

A cantora Maria Rita ouviu falar de GOG quando gravava seu segundo CD. Foi Lenine quem lhe falou dele. “Quando ouvi Brasil com P, aquilo mexeu comigo demais”, disse ela. “Foi coisa de sentir raiva, de sentir lucidez, de sentir emoção. É uma obra-prima, uma coisa de gênio urbano.” Em 2007, GOG a convidou para participar do DVD ao vivo, gravado num teatro de Brasília. “A princípio, estranhei: por mais que ame rap, aquilo não era minha parada. Conversamos e sugeri que eu fizesse um vocalise mais sofrido, que coubesse dentro da narrativa dele e que tivesse mais a ver com o meu lance de intérprete. Ele topou ver como ficaria e, já na passagem de som, ficamos ambos arrepiados. O cara é inteligente, é articulado, é engajado, é preocupado.”

Maria Rita vê o rap como um “movimento urbano, contemporâneo, das massas oprimidas – e onde quer que seja, há opressão, há as minorias, há os Brasis com ‘P’. O nosso rap é retrato da nossa realidade, e, pelo que acompanho, não caiu na desgraça de ser diminutivo do sexo feminino, de esbanjar cifras, de fazer apologia à violência, como em algumas vertentes do rap americano. Eu acho que há muita consciência dentro do gênero no Brasil”.

GOG gastou 200 mil reais na produção do DVD Cartão Postal Bomba!. Além de Maria Rita, levou para um hotel de Brasília: Lenine, o cantor Paulo Diniz e o James Brown brasileiro, Gerson King Combo. Com 66 anos, Combo foi condecorado com a Ordem do Mérito Cultural pelo presidente Lula. GOG o aponta como uma de suas maiores influências musicais – e não esconde que defendeu a sua condecoração no Conselho Nacional de Política Cultural.

GOG explicou que Brasil com P surgiu da expressão made in Brazil. “Eu, moleque, me perguntava: por que com Z? Foi quando o KL Jay – e mais uma vez vem Racionais na minha vida – criou um selo e uma marca de roupa chamada 4P – Poder Para o Povo Preto. Mas tinha um O no meio. Então eu saí de duas indagações, o Brazil com Z e os quatro ‘Pês’ sem o O. Disse para mim mesmo: ‘Cara, eu vou fazer um Brasil não com S, mas com P.’”

E prosseguiu: “Depois que eu saquei, aí pronto. Quando a ideia louca surge, você não pode mais fugir dela. ‘Olha o tanto de escada que eu vou ter que subir’, pensei. Mas sabia que era uma grande obra, como construir uma ponte Rio-Niterói, e o nosso povo precisa.”

Ainda disse mais, mas chega. Na prática, escreveu um monte de palavras com “P”, fez um texto normal com a mensagem que queria passar, e foi substituindo todas as palavras por outras que começassem com P. “Aí você não perde a lógica, porque o texto já está ali”, contou.

No final do ano, a revista Rolling Stone publicou que Brown fechara um contrato de publicidade com a Nike. O rapper se justificou assim: “Não posso ser refém de nada, nem do rap. Vamos quebrar. Aquele Mano Brown virou sistema viciado.” Brown já havia dito, no programa Roda Viva, que passara a usar o tênis, mesmo já tendo xingado tanto a marca. “As contradições só acabam quando se morre”, argumentou. Resta discernir o que é responsa e o que é gogó, o que é real e o que é atitude.

GOG ainda não sabe direito como encarar os rappers iracundos que subitamente viraram garotos-propaganda das mercadorias que atacavam. Ele publicou uma carta de protesto, na internet, quando o rapper Emicida e a Nike assinaram um contrato que permitiu à empresa o lançamento de um tênis com a frase “A rua é nóiz”, da música Triunfo, de sua autoria. “A Nike não vira, o hip-hop tem que construir suas próprias alternativas”, disse GOG.

Mas quando a pergunta é sobre a mudança de Mano Brown, GOG embroma: “Ainda estou refletindo sobre as contribuições estruturais do MB, do seu surgimento. A repercussão é tão grande, profunda, que não gostaria de me concentrar nesse momento em mudanças, avanços, recentes.”

GOG diz que não usa drogas e bebe pouquíssimo. “Sou a favor da legalização do arroz com feijão”, repetiu algumas vezes. Nos oito dias da turnê, tomou quatro taças de vinho, duas antes e duas depois do show de Olinda. Ele e o DJ A foram de Maceió para Recife de ônibus. Ele mesmo comprara a passagem, na véspera.

O show de Olinda foi organizado pelas produtoras Iracema Abreu e Ilma Ferreira, que já o haviam levado em outra ocasião. A dupla já trabalhou com outras estrelas do rap, entre elas MV Bill. Deu trabalho encontrar, para Bill, uma camisinha tamanho GG, na alta madrugada. GOG, marido fiel até onde a vista alcança – “é, sim”, confirmou Rogéria –, não deu esse tipo de trabalho. Aceitou dar entrevista para uma rádio, não perdeu a calma quando a falta de luz provocou um atraso de três horas e ainda teve paciência para atender os fãs depois das três da madrugada, quando o show terminou.

No dia seguinte, às dez da manhã, estava ao volante de um carro alugado, que dirigiu até a capital da Paraíba. Havia outros motoristas no carro, mas GOG fez questão. Tirante uma ultrapassagem pela direita e uma invasão de sinal, dirigiu bem. Sua anfitriã e organizadora do show foi a rapper Kalyne Lima. Ela tem 28 anos, é casada, mãe, fez parte da dupla Afronordestinas e tenta carreira solo. Kalyne levou-o para um palco precário numa praça de João Pessoa – o lugar mais pobre em que se apresentou. O show começou às 23 horas, para 500 pessoas. Foi ali que ele tirou do bolso as mexericas banhadas pelo lençol freático da serra da Barriga. Tomou-as nas mãos, partiu-as, debulhou-as e deu os gomos aos fãs como se fossem hóstias. “É a mexerica do quilombo!”, proclamou. “É a nossa santa ceia com Zumbi dos Palmares!”

LUIZ MAKLOUF CARVALHO

Luiz Maklouf Carvalho, jornalista, é autor de “O Coronel Rompe o Silêncio”, da Objetiva, e coautor de “Vultos da República”, da Companhia das Letras.

Kanye West – Jesus is King – Sunday Service Experience (The Forum ) Completo + Justin Biber e Priscilla Alcantara-Whindersson Nunes(Girassol-letra)#simplesassim

Em um tempo onde vemos tantos FAMOSOS, se convertendo ou tentando né, mas tudo no tempo de DEUS ele fará a obra completa…..

Assisto esta apresentação do Kanye West,simples sem lado pirotécnicos,super produções,roupas extravagantes e sem a mídia bombardeando e o Justin Bieber interpretando o famoso Ousado Amor e por aquí Girassol de Priscilla Alcantara e Whindersson Nunes com arranjos tão simples sem super produção de luz,palco,estudio…..tão simples meu JESUS….aquí sinto sua presença…” Assistam e tire suas conclusões #prontofalei

The Forum sunday service from october 27th 2019

12 DE ABRIL DE 2018 – Reckless Love é uma das canções mais famosas do grupo de adoração contemporânea Bethel Music, e fala sobre o “esgamador, inesgotável e ousado amor de Deus”. A música foi tema de uma publicação do cantor Justin Bieber nas redes sociais, em um vídeo publicado no modo Stories, do Instagram.

“Não há nenhuma sombra que Você não iluminará, ou montanha que Você não escalará ao vir me buscar; não há parede que Você não derrubará ou mentira que Você não destruirá ao vir me buscar”, cantou Justin Bieber, no trecho da letra que faz referência à parábola da ovelha perdida feita por Jesus em Lucas 15.

“Ah, o esmagador, inesgotável, ousado amor de Deus! Amor que me persegue, luta até que eu seja encontrado, deixa as 99. Eu não teria mérito, eu não o mereço, ainda assim continuas a se entregar”, acrescenta a letra, entoada por Justin Bieber.

A publicação, feita na última segunda-feira, 09 de abril, foi uma interpretação acapella e chamou atenção de seus seguidores, que identificaram os versos da canção.

Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br/ TIAGO CHAGAS

Girassol
Whindersson NunesPriscilla Alcantara
Se a vida fosse fácil como a gente quer
Se o futuro a gente pudesse prever
Eu hoje estaria tomando um café
Sentado com os amigos em frente TV
Eu olharia as aves como eu nunca olhei
Daria um abraço apertado em meu avós
Diria eu te amo a quem nunca pensei
Talvez, é o que o universo espera de nós
Eu quero ser curado e ajudar curar
Eu quero ser melhor do que eu nunca fui
Fazer o que eu posso pra me ajudar
Ser justo e paciente como era Jesus
Eu quero dar valor até o calor do sol
Que eu esteja preparado pra quem me conduz
Que eu seja todo dia como um girassol
De costas pro escuro e de frente pra luz
Eu olharia as aves como eu nunca olhei
Daria um abraço apertado em meu avós
Diria eu te amo a quem nunca pensei
Talvez, é o que o universo espera de nós …
Fonte: LyricFind



Kanye West – Sunday Service – 11/1/2019 – leva o serviço de domingo a Baton Rouge, La. Em uma surpresa para muitos … Kanye West trouxe seu culto de domingo para Baton Rouge, La. O evento ocorreu na Igreja de Bethany sob as suas ‘Três cruzes enormes que podem ser vistas da rodovia e das ruas circundantes. Sem surpresa, havia uma grande multidão presente. O serviço foi aberto ao público, portanto, a multidão era muito mista e diversificada e todos os participantes testemunharam uma performance como nenhuma outra. Todos no final tinham o mesmo sentimento … O evento foi ótimo e algo que precisava ser experimentado e compreendido. Independentemente das opiniões políticas do Sr. West e de certas declarações públicas … Essa é uma de suas maiores criações e deve ser testemunha de todos.#KanyeWest #JesusIsKing #SundayService #SENSACIONAL #JCisOne #tudoDEUS #ALLGOD
Creditos: Robert Luckett

#AgendaMarque #HipHop #Reggae #Rock #Teatro #FeiradasNacoesnoJaragua #FestivalInternacionalCinema /Dezembro 2019 #indico

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#ReggaeSpirit-Última Regueira Roots 2019- Nengo Vieira,Tribo de Louvor e Rhemazion #pedrada #Reggae #Indico #Imperdivel- Entrada 1 kg de Alimento ++ info https://oprodutoroficial.wordpress.com/2019/11/21/a-ultima-regueira-roots-2019-nengo-vieiratribo-de-louvor-e-rhemazion-pedrada-reggae-indico-imperdivel-entrada-1-kg-de-alimento/
O Natal do Bem ocorre no dia 07/12, das 12h as 18hs, na Rua Amador Aguiar, esquina com Avenida Affonso José Fioravanti. Os convidados do dia são: Ministério 1 Som, Alma Livre e DJ Batata. Haverá atividades e diversão para toda família: brinquedos infláveis, trampolim, pirâmide de escalada, surf machine, dardo inflável, corrida de obstáculo, cama elástica e piscina de bolinha. Também terá barracas de doces, bebidas, cachorro quente, batata frita, churrasco, pastel e sorvete com preços acessíveis. Além de distribuição de brinquedos para as crianças. #jesus #natal #nataldobem #AlmaLivre #Reggae #Borarua boladenevejaragua #boladeneveoficial
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#Osasco Regueira Imperdível Será 07.12 (Sábado) à partir das 19h. Av. Autonomistas, 4887 – em frente Estação de Trem Km 18
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Vai rolar no último SONG do ano!!! vai ser muito louco!!!! cola com a gente!!! ♩ Life Talk Ana Rock(Palankin) Avisa todo mundo… #Imperdível
#SongMinistry #Song
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#DrogasNao #NV 6º Aniversário do Ministério Nova Vida Cotia
Dia 07/12/2019 à partir das 20h
Apresentação da peça CASA, da Cia de Artes Nissi (Jeová Nissi)
Ingressos R$ 5,00 + 1Kg de Alimento (não perecível)
VAGAS LIMITADAS

“Casa”
Um longo caminho… Uma vida cheia de encontros e desencontros. A cada passo, nosso personagem principal vai acumulando histórias. Mas, chegou a hora de parar. Um LAR foi encontrado e é o momento de esvaziar as bagagens. No meio deste ponto final, uma visita inesperada bate à porta. Abrir seria arriscado?

Prepare-se para sentir fortes emoções e enfim, descobrir a verdade dentro desta CASA.
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VII FICC tem o melhor pra vc!
Mais de 50 temas de palestras, painéis, fórum e oficinas.

Acesse o site, veja a programação completa e se inscreva https://
festivaldecinemaficc.com/
ficc-market


Se inscreva!! A entrada é 1kg de alimento não perecível, um filme ou um livro.

Siga as mídias sociais do FICC:
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Arte: https://www.instagram.com/
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FICC promove AÇÕES HUMANITÁRIAS! 
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Satisfação em poder publicar o Pré lançamento desse Parceiro de Longa data Johnny MC (Posse Mente Zulu) e Convidados, nesta Sexta apartir das 21hs no Espaço Nova América no Jd. São Luis na Zona Sul de SP! #Indico
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Vem aí o “2º Dia do Bem – Julio Prestes” na Cracolândia neste ano! Veja Cartaz e Croqui do evento!
https://www.redesocialdocentro.com.br/
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Próximo Sábado 30 de Novembro tem Alma Livre no Palco do DIA DO BEM Praça Júlio Prestes em São Paulo #acaosocial #açãosocial #diadobem #almalivrebanda @redesocialdocentro 
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Show Talent é a mais nova produção teatral do cantor e professor Lyndo Oliveira. Nesse espetáculo ele traz um elenco de alunos que vai de crianças e adolescentes que fazem parte das suas oficinas artísticas, além de participações de músicos e dançarinos de alto nível. No Show, Lyndo canta clássicos da MPB, musicais e gospel, e seus alunos super talentosos passeiam por diversas músicas e estilos em momentos emocionantes. Canto, dança e interpretação faz do Show Talent um grande espetáculo.
Temporada
Estreia dia 1 de Dezembro (domingo). até 8 de Dezembro
Domingos, às 15h e às 17h. (Dia 8 apenas às 15h)
Direção / Elenco
Produção Executiva e Direção: Lyndo Oliveira. Elenco: Lyndo Oliveira, Amanda Moreira, Vicente Henrique, Laís Fachini, Lauanda Castro, Isabella Cavalcanti, Iza Muziz, Roberta Teixeira, Leticia Paes, Rayssa Santos, Gabriel Augusto, Nauê Santos, Bianca Duarte, Ana Laura, Sophia Urzetta, Rodrigo Mourão, Vitor Felippim, Euziane Oliveira, Fernanda Crocce, Felipe Freire, David Roberto entre outros.
Teatro Shopping West Plaza – Sala Laura Cardoso

Novo Clip – Ao Cubo – Game Over… #hiphopdeVerdade #confere #Indico

“Assistir clip com uma produção como esta e não ver a mídia que se diz Gospel não divulgar. Temos que reconhecer o vigor do Ao Cubo, voce gostando ou não, sempre se preocupam com as idéias,fotografia,locação,figurino,letras sempre ATUAL saindo da mesmice deste segmento que tem ficado muito chato…..Parabens meninos sempre meninos…que mostram porque estão na estrada.Continuem com este VIGOR.Não se preocupem com as criticas…Caso Vc goste ou não..#IDEnapratica.DEUS ABENÇOE A CAMINHADA….” @siteoprodutor #ProntoFalei

Letra] “GAME OVER”
Eh, eh, eh, eh, eh, eh, yoa… Eh, eh, eh, eh, eh, eh, yoa… Vivão, vivendo, avivado, tipo na rua azusa As crianças cresceram, o tempo não para falou cazuza Quase 20 anos se passaram, Ao Cubo ainda ta no cenário Empresários do rap chegaram, todo mundo agora é milionário Na capa do insta todo mundo paga loko ey Muda o foco que Cristo é o topo do topo do topo ey Vamo que vamo, Fjay, Clebão e Dona Kelly Dou minha pele por vocês, plantamo e colhemo na neve Eh, eh, eh, eh, eh, eh, yoa… Eh, eh, eh, eh, eh, eh, yoa… Sempre na direção waze, de argumento eu loto um case Um acre de amor pelos loucos, entramos no baile, invadimos a rave Os moleque tão consumindo erva, uma faísca incendeia uma floresta Tão imitando os mais velhos, não querem emprego mas querem ser donos da festa Vamo atrás dos emocionados, mais alto que o grito foi o nosso silencio Vulgo Feijão esclarece, sucesso é quando a fraqueza eu venço Eu tenho uns amigo que bebe, eu tenho uns amigo que fuma Eu tenho uns amigo que bebe, eu tenho uns amigo que fuma Quero sorriso no rosto deles, mas não entendem um trecho do texto Enquanto os boy tão na usp, eles nem passaram do sexto Se sentem num clipe de rap fumando maconha ganhando uns like Se sentindo negro drama colando o pôster do 2Pac Usando grife pilotando nave, gastando dólar com Bill Gates Não sabe a diferença entre coisa e gente, vou explicar a visão do crente Um haipe da gucci, adidas, supreme não vale como a viúva do azeite Fuma ganja como rasta e não pensa nos preto mas não esquece do verde Refrão Mary, hoje cê não vai estragar meu rolê Hoje cê não vai estragar Quem me ouve, vai entender o mover Aqui não é cover, não tamo de pose, é real. It if you all lose, mano o que é que houve, Não é game over sai da bad now ta tudo embolado de um lado pro outro um pouco de feiura as ideia dissitua, todo mundo louco no mundo da lua o povo coisado que se acha, pra não tomar tiro, se abaixa é tipo o toco do Barkley e os grave do Fjay que te derruba e quem te levanta yaah, quem te ajuda em? a procura da planta ou caspa entre aspas, cocaine flame, flame, flame, flame, queima a falange e a unha mente, mente, mente, mente, mente, tipo o demo do game Yakuma Codain, refri de limão, brisei, nem sinto o chão, pisei No but do irmão Jordan Off With novão ehi Mente trabalhando no slow, tudo na brisa da lombra Brow, essa vibe lembrou, fogo na bomba (colagem) Refrão Muda, sai da reta, fuja, não flerta com a flecha do maliguino, suja Ele quer uma fresta, uma brecha, ta de ouvido de conversa, tipo zóio de coruja Mary, hoje cê não vai estragar meu rolê Hoje cê não vai estragar eh, eh, eh, eh, eh, yoa… eh, eh, eh, eh, eh, yoa…

Assista Clip https://www.youtube.com/watch?v=KnaSr7P7F9g

Cristo Rua -Ação Social Hip Hop que fez diferença na Praça da Sé #FoiAssim

“Sábado 22 de setembro 2018,parece que foi aquele dia de ver a realização dos  sonhos que DEUS  colocou em nosso coração, após uma reunião com Educadores para o Abrace sua Escola que em outubro começará projeto Ore por sua Escola.com parceria com Governo do Estado..Pude chegar na praça da Sé e vivenciar um projeto que parecia +1, porém com sua simplicidade nos emocionou em diversos momentos, o público Alvo de maneira rotativa pode ser ajudado,alimentado,abraçado,entendido e o mais importante muitos foram internados de maneira espontânea em clinicas que entenderam o propósito de se ter esperança…Neste clima pudemos rever amigos guerreiros  que servem os fronts da miséria na rua, alí não como artistas e sim como Servos….Entre um grupo e outro no palco montado com excelência sonora pudemos vivenciar  durante as horas que permanecí alí o AMOR AO PRÓXIMO na prática como JESUS tanto tem gritado e poucos tem Ouvido ….Parabenizo Pablicio Munhoz Tribo da Galiléia e o seu Pastor(discreto,intercessor,valoroso Homem de DEUS) que permaneceu no local sem Ostentação e sua autoridade espiritual foi contemplada pelo SUCESSO desta ação , que venha ++++ outros eventos que tantos outros Rappers famosos?? possam DOAR horas na prática realizando o que suas músicas tantos pregam em eventos dentro de Igrejas,#BoraRua… e assim fui para outro presentão de DEUS  Regueira do Pioneiro Nengo Vieira .Foi meu sábado inesquecível com Educação,HipHop e prá terminar a regueira abençoada. Obrigado JESUS em poder participar de tudo isso,neste sabado que ficará marcado em nossas memórias.Já coloco este humilde blog para divulgar Ações como esta #Grato #ProntoFalei #DEUSajudaquemCedoMadruga

Agradeço à todos fotógrafos que registraram este evento…. no final tem a cobertura sempre especial desta equipe que tem registrado a Rua Tv Nas Ruas #maximoRESPEITO

 

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ÀS 9horas eles não acreditavam que iria acontecer

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Desconfiados foram se achegando e aconteceu Cristo Rua

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o clima era de alegria

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#EncontroBom com Vras e Dj Pantera figuraças que falam a línguagem  da  Rua sendo premiados. #maximoRESPEITO…

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Sempre encontrar guerreiro Beto Mc da Missão Cracolandia…#grato

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Manual da Sobrevivencia na prática

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#EncontroBom só com guerreiros.

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Evento #cristorua na #praçadasé #rapgospel

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Créditos: Tv Nas Ruas  

Veja ++++ de 400 fotos cobertura completa Veja a Cobertura Completa Cristo Rua com mais de 400 fotos

   Que DEUS seja louvado

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