Assistiu o filme “A Cabana” Minha opinião?? #Confira…

“Decidí ir assistir A Cabana, com preço popular na quebrada com todo respeito Cineflix Cantareira Norte Shopping…mas apesar de ficar mais vinte minutos na fila, ver pessoas furando fila,pará comprar o ingresso vendendo pipoca,refrigerante enfim Muita Calma nesta hora……lá dentro durante o filme criança correndo,recém nascido chorando de 30 minutos em 30 minutos,tocando celular e pessoal atendendo,indo no banheiro senta levanta..Uma das razões não ir mais Cinema  é realmente falta de reverencia à 7@arte. Mas valeu à  pena viajei nos 130 minutos da tela , mas  para entender  preste atenção nos primeiros 30 minutos  , o que vem  após desenrolar de uma perfeita adaptação do livro que já me surpreendeu . A  fotografia deslumbrante valorizada pela TELONA MARAVILHOSA e áudio perfeito, além da interpretação Soberba de  Octavia Spencer e sem entrar no debate bíblico a narrativa faz à muitos à refletirem sobre DEUS como verdadeiro comandante da vida só isto basta para estar em um lugar assim junto com a família . Com certeza que a mensagem será refletida  naquele lanchinho após(Burger King 2 lanches por $15,00). Tema esquecido na industria cinematográfica,esta narrativa mesmo contrariando os cinéfilos e religioso eles não conseguem explicar o SUCESSO , e já sinto pelo retorno de outras pessoas que assistiram  uma  mudança de vida de quem foi só prá um entretenimento… Enfim acreditando que DEUS trabalha diferentemente  em cada um de nós e do jeito dele #Indico  e prá você que não assistiu aceite meu toque leve amigos,inimigos,familia.

E posso falar  A Cabana não é o melhor filme que assisti, porém  tenho  certeza que  será de muitos na sua lista , Inesquecível.Não espere NETFIX é filme para TELONA,entendeu??,depois deixe seu comentário”  #ProntoFalei

A Cabana – adaptação religiosa para lavar a alma

“Se eu quiser falar com Deus…”

Existem algumas obras literárias que atingem um status comparável com o que seriam no cinema os blockbusters. A Cabana é uma destas obras. Escrito pelo canadense William P. Young, o livro foi lançado em 2007 nos EUA, chegando no ano seguinte para os brasileiros, e desde então se tornando uma verdadeira coqueluche (para usar um termo “idoso”). Em 2009, ganhava o prêmio Diamond Awards, que prestigia obras da literatura que ultrapassam a marca de 10 milhões de cópias vendidas. Por esta introdução, percebemos que A Cabana não é nada menos do que um fenômeno contemporâneo da cultura popular.

E qual o motivo de tamanho sucesso? Bem, A Cabana se propõe a oferecer a experiência espiritual definitiva. Aqui, neste texto, no entanto, iremos adereçar somente a produção cinematográfica realizada com base na obra original. O filme A Cabana, que demorou bastante para sair do papel desde a compra dos direitos autorais – dez anos para adaptar um Best-seller é muito tempo e pode-se perder o hype – tem roteiro adaptado a três mãos por John Fusco (da série Marco Polo, da Netflix), Andrew Lanham (em sua estreia como roteirista) e Destin Cretton (roteirista e diretor do ótimo Temporário 12).

Na trama, acompanhamos a adorável família Phillips, saída diretamente de um comercial de margarina. Durante um fim de semana acampados no lago, um incidente tira a atenção de Mack (Sam Worthington), o patriarca, de sua caçula Missy (Amélie Eve). É o suficiente para que a pequena suma e nunca mais seja encontrada, deixando desesperada a família, em especial o responsável Mack – já que sua esposa Nan (Radha Mitchell) ficou na cidade a trabalho.

Um tempo depois e o pior acontece. Através de investigações policiais, chega a notícia de que a menina foi assassinada em uma cabana nas redondezas do lago, por um maníaco fugitivo da lei. É o suficiente para que o protagonista desça em uma espiral de depressão, beirando a obsessão e loucura. A perda da fé é um dos temas fortes aqui. Nem com a ajuda de familiares, como a esposa e filha, ou do vizinho e amigo, interpretado pelo cantor country Tim McGraw, o sujeito parece conseguir se levantar, se reerguer e prosseguir. A dor deve ser inimaginável. A culpa maior ainda.

Inicialmente podendo ser confundido com um suspense criminal, A Cabana abandona logo tais tintas, para se embrenhar em seu verdadeiro conteúdo, um drama espiritual, que tem como principais temas o perdão, a paz existencial e como lidar com um sofrimento que parece insuportável. Mack recebe em sua caixa de correio uma carta e segue novamente para a cabana onde ocorreu o crime hediondo. Uma vez lá, percebe que o local está totalmente reestruturado, e agora é o lar de moradores muito especiais.

Durante “o fim de semana de uma vida”, como definiu a própria Octavia Spencer – que no filme interpreta Deus – o protagonista irá conviver com tal figura máxima da fé cristã e da maioria das religiões, além de Jesus Cristo (Avraham Aviv Alush) e o Espírito Santo, ou Sarayu (Sumire) – opção interessante, criativa e corajosa por trazer a diversidade de etnias para a Santa Trindade. Além disso, temos a presença de uma latina também, nossa conterrânea Alice Braga, no papel da Justiça – em um trecho ao mesmo tempo deslocado esteticamente, parecendo pertencer a outro filme, e emocionante. Durante este período, Mack terá um curso relâmpago de, principalmente, como se desprender de todo e qualquer apego terrestre, e de sentimentos como a vingança, a raiva e a culpa.

A Cabana – o filme, é uma produção segura e politicamente correta. Faz boa companhia a todos os outros filmes de forte verve pregadora, como Deus Não Está Morto, O Céu é de Verdade e por aí vai, que recebemos nos últimos anos, só para citar os mais recentes. Mas se estes são a entrada, A Cabana pode ser considerado o prato principal. O longa utiliza de todos os elementos implícitos esperados em uma obra do gênero, soando em certos momentos como aquele bom e velho sermão. No entanto, também é estruturado com itens de bom cinema, como atuações eficientes, em especial da Oscarizada Octavia Spencer e de Alice Bragauma boa direção de arte, fotografia, direção correta do pouco expressivo Stuart Hazeldine, e um roteiro sambando na tênue linha entre o piegas e o satisfatório.

A Cabana cumpre sua missão terrena e promete atingir seu público alvo, além de conquistar novos “fiéis” adeptos. Não irei esconder que meu coração e alma céticos bambearam nos momentos de maior chantagem emocional a que o filme nos faz refém. Justamente por isso, por conter mais momentos genuínos do que os que nos fazem revirar os olhos, A Cabana garante seu aval, se mostrando tão bom e eficiente quanto a melhor das missas dominicais.

Fonte: CinePOP

http://cinepop.com.br/

Pablo R. Bazarello

#cinema #Indico

AS CONFUSÕES DA CABANA

Dr. Paulo Romeiro Foto do perfil de Paulo Romeiro, A imagem pode conter: 1 pessoa

Introdução
Já faz tempo que o liberalismo teológico tem assediado e invadido uma boa parte do campo evangélico brasileiro. Os prejuízos para a pregação do evangelho têm sido enormes. A decadência doutrinária aumenta com rapidez e muitos crentes estão cada vez mais confusos. Por várias décadas, o liberalismo teológico vem ganhando espaço nas denominações históricas e em seus seminários. Nos últimos anos, porém, alguns segmentos pentecostais foram atingidos por essa corrente de pensamento, algo inimaginável até então, pois, ser pentecostal significa crer no poder e na Palavra de Deus. A exemplo dos liberais, alguns pentecostais se julgam espertos o suficiente para duvidar de Deus e da sua Palavra. Hostilizar o cristianismo, exaltar a dúvida e questionar a Bíblia Sagrada tornou-se para muitos um sinal de academicismo e inteligência. É o que vemos hoje através das igrejas emergentes, que pregam uma ortodoxia generosa, onde as verdades e temas vitais da fé cristã perdem sua importância. Tudo indica que há uma apostasia se instalando em muitas igrejas evangélicas, algo já predito na Palavra de Deus e que aponta para a volta de Cristo (2 Ts 2.3; 2 Tm 4.1; 2 Tm 4.1-4; 2 Pe 2.1). É num solo assim, fértil para a semeadura e crescimento de distorções das doutrinas centrais da fé cristã que surge o livro A Cabana promovendo o liberalismo teológico e fazendo sucesso entre os evangélicos e a sociedade em geral. Este artigo apresenta uma breve análise, à luz da Bíblia, sobre esse best-seller a fim de responder algumas indagações de muitos cristãos.

I – Definições

Liberalismo teológico: Movimento da teologia protestante que surgiu no século XIX com o objetivo de modificar o cristianismo a fim de adaptá-lo à cultura e à ciência modernas. O liberalismo rejeita o conceito tradicional das Escrituras Sagradas como revelação divina proposital e detentora de autoridade, preferindo o conceito de que a revelação é o registro das experiências religiosas evolutivas da humanidade. Apregoa também um Jesus mestre e modelo de ética, e não um redentor e Salvador divino.

Pluralismo religioso: A crença de que há muitos caminhos que levam a Deus, que há diversas expressões da verdade sobre ele, e que existem vários meios válidos para a salvação.

Relativismo: Negação de quaisquer padrões objetivos ou absolutos, especialmente em relação à ética. O relativismo propala que a verdade depende do indivíduo ou da cultura.

Teologia relacional (teísmo aberto): Conceito teológico segundo o qual alguns atributos tradicionalmente ligados a Deus devem ser rejeitados ou reinterpretados. Segundo seus proponentes, Deus não é onisciente e nem onipotente. A presciência divina é limitada pelo fato de Deus ter concedido livre-arbítrio aos seres humanos.

II – O livro A cabana

A história do livro
Durante uma viagem que deveria ser repleta de diversão e alegria, uma tragédia marca para sempre a vida da família de Mack Allens: sua filha mais nova, Missy, desaparece misteriosamente. Depois de exaustivas investigações, indícios de que ela teria sido assassinada são encontrados numa velha cabana. Imerso numa dor profunda e paralisante, Mack entrega-se à Grande Tristeza, um estado de torpor, ausência e raiva que, mesmo após quatro anos de desaparecimento da menina, insiste em não diminuir. Um dia, porém, ele recebe um bilhete, assinado por Deus, convidando-o para um encontro na cabana abandonada. Cheio de dúvidas, mas procurando um meio de aplacar seu sofrimento, Mack atende ao chamado e volta ao cenário de seu pesadelo. Chegando lá, sua vida dá uma nova reviravolta. Deus, Jesus e o Espírito Santo estão à sua espera para um “acerto de contas” e, com imensa benevolência, travam com Mack surpreendentes conversas sobre vida, morte, dor, perdão, fé, amor e redenção, fazendo-o compreender alguns dos episódios mais tristes de sua história (Informações extraídas da orelha do livro).

O livro é uma ficção cristã, um gênero que cresce muito na cultura cristã contemporânea e comunica sua mensagem de uma forma leve e fácil de se ler. O autor, William P. Young trata de temas vitais para a fé cristã tais como: Quem é Deus? Quem é Jesus? Quem é o Espírito Santo? O que é a Trindade? O que é salvação? Jesus é o único caminho para Deus?

III – Pontos principais do livro

1. Hostilidade ao cristianismo
“As orações e os hinos dos domingos não serviam mais, se é que já haviam servido… A espiritualidade do Claustro não parecia mudar nada na vida das pessoas que ele conhecia… Mack estava farto de Deus e da religião…” (p. 59).
“Nada do que estudara na escola dominical da igreja estava ajudando. Sentia-se subitamente sem palavras e todas as suas perguntas pareciam tê-lo abandonado” (81).

Resposta bíblica: Jesus disse que as portas do inferno não prevaleceriam contra a sua Igreja (Mt 16.18).

2. Experiência acima da revelação
As soluções para os probemas da vida surgem de experiência extrabíblicas e não da Palavra de Deus. As alegadas revelações da “Trindade” são a base de todo o enredo do livro. Mesmo fazendo alusões às verdades bíblicas, elas não são a base autoritativa da mensagem.

3. A rejeição de Sola Scriptura
A Cabana rejeita a autoridade da Bíblia como o único instrumento para decidir as questões de fé e prática. Para ouvir Deus, Mack é convidado a ouvir Deus numa cabana através de experiências e não através da leitura e meditação da Bíblia Sagrada.

Resposta bíblica: Rm 15.4: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”.
2 Tm 3.16, 17: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a coreção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”.
A igreja não precisa de uma nova revelação mas de iluminação para entender o que foi revelado nas Escrituras.

4. Uma visão antibíblica da natureza e triunidade de Deus
Além de errar sobre a Bíblia, A Cabana apresenta uma visão distorcida sobre a Trindade. Deus aparece como três pessoas separadas, o que pode ser chamado de triteísmo. O autor tenta negar isso ao escrever: “Não somos três deuses e não estamos falando de um deus com três atitudes, como um homem que é marido, pai e trabalhador. Sou um só Deus e sou três pessoas, e cada uma das três é total e inteiramente o um” (p. 91).

Young parece endoçar uma pluralidade de Deus em tres pessoas separadas: duas mulheres e um homem (p. 77).
Deus o pai é apresentado como uma negra enorme, gorda (p. 73, 74, 75, 76, 79), governanta e cozinheira, chamada Elousia (p.76)).
Jesus aparece como um homem do Oriente Médio, vestido de operário, com cinto de ferramentas e luvas, usando jeans cobertos de serragem e uma camisa xadrez com mangas enroladas acima dos cotovelos, mostrando so antebraços musculosos. Não era bonito (p. 75).
O Espírito Santo é apresentado como uma mulher asiática e pequena (p. 74), chamada Sarayu (p. 77, 101).

Resposta bíblica: Dentro da natureza do único Deus verdadeiro há três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. São três pessoas distintas, mas, não separadas como o livro apresenta. Além disso, o Pai e o Espírito Santo não possuem um corpo físico. Veja Jó 10.4; João 4.24 e Lucas 24.39.

5. A punição do pecado
O livro apregoa que Deus não castiga os pecados:
“Mas o Deus que me ensinaram derramou grandes doses de fúria, mandou o dilúvio e lançou pessoas num lago de fogo. — Mack podia sentir sua raiva profunda emergindo de novo, fazendo brotar as perguntas, e se chateou um pouco com sua falta de controle. Mas perguntou mesmo assim: — Honestamente, você não gosta de castigar aqueles que a desapontam”?
Diante disso, Papai interrompeu suas ocupações e virou-se para Mack. Ele pôde ver uma tristeza profunda nos olhos dela.
— Não sou quem você pensa, Mackenzie. Não preciso castigar as pessoas pelos pecados. O pecado é o próprio castigo, pois devora as pessoas por dentro. Meu objetivo não é castigar. Minha alegria é curar.
— Não entendo…”

Resposta bíblica: A Cabana mostra um Deus apenas de amor e não de justiça. Apesar de a Bíblia ensinar que Deus é amor, não falha em apresentá-lo como um Deus de justiça que pune o pecado:
“A alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18.4).
“Semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Rm 1.27).
“porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).
“E a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2 Ts 1.7, 8).
Cristo morreu pelos nossos pecados (1Co 15.3).

6. O milagre da encarnação
O livro apresenta uma visão errada da encarnação de Jesus Cristo: “Quando nós três penetramos na existência humana sob a forma do Filho de Deus, nos tornamos totalmente humanos. Também optamos por abraçar todas as limitações que isso implicava. Mesmo que tenhamos estado sempre presentes nesse universo criado, então nos tornamos carne e sangue” (p. 89).

Resposta bíblica:
De acordo com a Bíblia, somente o verbo encarnou (Jo 1.14). Veja ainda Gl 4.4; Cl 2.9) e (1 Tm 2.5).

7. Jesus, o melhor ou único caminho para o Pai?
No livro, Jesus é apresentado como o melhor e não o único caminho para Deus:
“Eu sou o melhor modo que qualquer humano pode ter de se relacionar com Papai ou com Sarayu” (p. 101).

Resposta bíblica:
A Bíblia é muito clara ao afirmar que Cristo é o único que pode salvar: Is 43.11; Jo 6.68; Jo 14.6; At 4.12 e 1 Tm 2.5.

8. Patripassionismo
O livro promove uma antiga heresia denominada patripassionismo, que é o sofrimento do Pai na cruz: “O olhar de Mack seguiu o dela, e pela primeira vez ele notou as cicatrizes nos punhos da negra, como as que agora presumia que Jesus também tinha nos dele. Ela permitiu que ele tocasse com ternura as cicatrizes, marcas de furos fundos” (p. 86).
“Olhou para cima e notou novamente as cicatrizes nos pulsos dela” (p. 92).
“Você não viu os ferimento em Papai também”? (p. 151).

Resposta bíblica
A Bíblia mostra que foi Jesus quem sofreu na cruz e recebeu as marcas dos cravos e não o Pai ou o Espírito Santo. Veja João 20.20, 25, 28.

9. Universalismo
A Cabana promove o universalismo, isto é, que todas as pessoas serão salvas, não importa a sua religião ou sistema de crença.
“Os que me amam estão em todos os sistemas que existem. São budistas ou mórmons, batistas ou muçulmanos, democratas, republicanos e muitos que não votam nem fazem parte de qualquer instituição religiosa. Tenho seguidores que foram assassinos e muitos que eram hipócritas. Há banqueiros, jogadores, americanos e iraquianos, judeus e palestinos” (p. 168, 169).
“Não tenho desejo de torná-los cristãos, mas quero me juntar a eles em seu processo para se transformarem em filhos e filhas do Papai, em irmãos e irmãs, em meus amados” (p. 169).
Jesus afirma: “A maioria das estradas não leva a lugar nenhum. O que isso significa é que eu viajarei por qualquer estrada para encontrar vocês” (p. 169).

Resposta bíblica
Não há base bíblica para tais afirmações. A Palavra de Deus ensina que não existe salvação fora de Jesus Cristo. Apesar do universalismo ser uma doutrina agradável, popular e que reflete a política da boa vizinhança, a Bíblia afirma que nem todos serão salvos: Veja Mt 7. 13, 14; 25.31-46; 2 Ts 3.2.

Bibliografia
EVANS, C. Stephen. Dicionário de apologética e filosofia da religião. São Paulo. Vida. 2004.
NICODEMUS, Augustus. O que estão fazendo com a Igreja. São Paulo. Mundo Cristão. 2008.
PIPER, John et alli. Teísmo aberto: uma teologia além dos limites bíblicos. São Paulo. Editora vida. 2006.
WILSON, Douglas (org.). Eu não sei mais em quem eu tenho crido: confrontando a teologia relacional. São Paulo. Editora Cultura Cristã. 2006.
YOUNG, William P. A cabana. Rio de Janeiro. Editora Sextante. 2008.

© Todos os direitos reservados.

Fonte: http://projetocrer.com.br/ 

Sobre Almir Lima oprodutoroficial

Acredito que o BEM vencerá o mal sempre com UNIDADE #PokazIdeia #BoraAvancar #BoraRua #JCisOne

Publicado em 12 12America/Sao_Paulo maio 12America/Sao_Paulo 2017, em Cinema Filmes #Indico, Pronto Falei #Prontofalei, Sem categoria e marcado como , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Simplesmente lindo. Me surpreendeu mesmo tendo lido o livro.

    Curtido por 1 pessoa

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: